Correio da Manhã Incêndios: Governo quer cadastro em "zona piloto" atingida pelos fogos - Cm ao Minuto - Correio da Manhã

Incêndios: Governo quer cadastro em "zona piloto" atingida pelos fogos - Cm ao Minuto - Correio da Manhã

  • Incêndios:
  • hoje
  • ministro Adjunto Eduardo Cabrita diz que esta é "uma prioridade absoluta para o país".
  • esta terça-feira
  • . Os incêndios que começaram no dia 17 de junho, em Escalos Fundeiros, concelho de Pedrógão Grande, causaram pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos, além de terem destruído habitações, empresas e diversos equipamentos públicos. Eduardo Cabrita salientou a necessidade de "cuidar do que foi afetado e preparar o futuro" para que a vida seja normalizada e a economia recomece a funcionar. Com esse objetivo, vai ser necessária "uma grande concentração de esforços com todos os municípios envolvidos", acrescentou. Depois da tragédia, "esta é uma oportunidade para a valorização da floresta e a dinamização dos territórios do interior", defendeu o membro do Governo, realçando que importa "voltar a dar esperança" às pessoas que vivem e trabalham nestes municípios do Pinhal Interior. "É preciso recuperar o que foi destruído", mas é igualmente importante assumir "uma visão estratégica de médio e longo prazo" para promover o desenvolvimento, preconizou. O presidente da Câmara da Castanheira de Pera, Fernando Lopes, disse aos jornalistas que a reunião de hoje à tarde proporcionou "uma maior proximidade" dos problemas e entre as autarquias e demais entidades a quem cabe a sua resolução. "Vamos ter uma ação mais rápida no terreno", enfatizou o autarca do PS, que está a concluir o seu terceiro e último mandato na presidência da Câmara local

RTP Notícias "Havendo responsabilidades, o Estado deve assumi-las" - Política - RTP Notícias

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  • Antenas satélite para situações críticas Numa resposta a Catarina Martins, António Costa anunciou que o seu Executivo já ordenou a aquisição por ajuste direto de antenas-satélite que permitam assegurar as comunicações
  • emergência em caso
  • destruição das redes primárias. "A ministra da Administração Interna já ordenou a aquisição por ajuste direto das antenas satélite que permitem assegurar redundâncias em situações em que se repita a destruição da rede de comunicações", afirmou o primeiro-ministro no esclarecimento
  • coordenadora do Bloco de Esquerda Catarina Martins disse estar na altura de dar respostas aos portugueses sobre o que falhou em Pedrógão: "Há falhas que são já conhecidas e devem ter já resposta. As comunicações falharam e é necessário que agora o Governo possa dizer
  • é que estão a ser resolvidas".
  • lembrou que a ministra Constança Urbano
  • Sousa solicitou uma auditoria global ao sistema
  • comunicações
  • emergência, afirmando que "há uma grande divergência entre a versão da entidade que opera o SIRESP a versão dos utilizadores do SIRESP". "Parte da divergência é compreensível, porque resulta do facto de a interligação entre as diferentes zonas ser feita através dos cabos da MEO e quando ardem os cabos da MEO não só se interrompem as comunicações da MEO
  • interrompem todas as comunicações que circulam naqueles cabos", declarou o chefe do Executivo. Em atualização Tópicos:
  • Carlos Santos Neves -
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  • , expressão utilizada por Passos Coelho
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O Jornal Económico Pedrógão Grande: SIRESP garante que não houve falhas – O Jornal Económico

Correio da Manhã SIRESP diz que não houve interrupções na rede durante incêndio - Portugal - Correio da Manhã

  • . Proteção Civil devia ter solicitado "em tempo útil" estação móvel das comunicações A Proteção Civil deveria ter solicitado "em tempo útil" uma estação móvel do sistema de comunicações quando verificou que "a situação estava a tornar-se excecional" no incêndio de Pedrógão Grande, segundo a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna. "A ANPC (Autoridade Nacional de Proteção Civil) ao verificar que a situação se estava a tornar excecional requisitando mais meios de combate ao incêndio, deveria também em simultâneo ter solicitado preventivamente a mobilização da estação móvel em tempo útil, mesmo antes de alguma estação rádio fixa se encontrar em modo local", refere a SGMAI num relatório sobre o incêndio de Pedrógão Grande e o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) em 17 de junho. O relatório, publicado hoje no portal do Governo, adianta que recebeu o pedido para ativar a estação móvel (base auto transportada com ligações satélite que permite conexão com a rede SIRESP) às 21h15 pelo chefe de gabinete do secretário de Estado da Administração Interna e da ANPC 14 minutos depois, tendo o procedimento sido ativado. "Nesse momento era já impossível ter a EM (estação móvel) em Pedrógão Grande a tempo de ajudar a minorar as ocorrências que resultaram em mortes", refere a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), avançando que o tempo necessário para que a EM se deslocasse e iniciasse serviço é de quatro horas. Segundo a SGMAI, que cita a análise da "fita do tempo" do incêndio da ANPC, as mortes terão ocorrido até às 22h30 do dia 17 de junho

Observador Governo nega ter deixado de fora o PSD das reuniões com primeiro-ministro – Observador

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