Observador PGR divulga nomes das 64 vítimas de Pedrógão Grande. Estas são as suas histórias – Observador

  • Em atualização
  • Fazia parte de uma família de nove pessoas, em que todas morreram. Eram eles: Fausto Lopes da Costa (73 anos); Lucília Simões (70 anos); Fernando Rui (48 anos); Luís Fernando (5 anos); Ana Boleo Tomé; Miguel Costa; Joaquim (4 anos); António (6 anos)
  • respetivamente
  • encontravam
  • com toda a família de nove elementos
  • cunhado
  • toda
  • dos nove membros
  • , que perdeu nove pessoas no incêndio
  • filha
  • Maria Cristina Costa e Eduardo
  • também morreram Filha de Maria Cristina Costa e Eduardo Costa, de Odivelas, tinha ido com os pais e o irmão passar o fim de semana coma avó paterna a Pedrógão Grande
  • Quando o incêndio deflagrou, os três tentaram fugir pela estrada nacional 236, mas foram apanhados pelo fogo. Teria cerca
  • 20 anos
  • , o marido
  • 25/7/2017, 21:18
  • a casa do pai dele
  • a família de Miguel
  • reunira para um jantar
  • nove
  • irmão
  • Sara Costa
  • irmã
  • Ana Catarina
  • escreveu ao Presidente da República
  • Tinha 35 anos e deixou um filho
  • 7

Observador Bombeiros. Presidente destituído foi identificado em Pedrógão Grande por "usurpação de funções" – Observador

  • , agora,
  • ,
  • terá sido
  • ,

Observador Pedrógão. As mortes, as cautelas e as dúvidas – Observador

  • com dois
  • mas admite abrir mais
  • deixando
  • reter
  • falsas
  • Procuradora-geral da República. Cabe ao Ministério Público divulgar lista Contactada pelo primeiro-ministro, a Procuradora-geral da República "confirmou" que a lista de vítimas está abrangida pelo segredo de justiça e que a sua divulgação depende do Ministério Público . Esta posição consta de uma nota enviada à comunicação social pelo gabinete do primeiro-ministro, António Costa, a propósito da lista de vítimas resultantes do incêndio de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, em junho passado. Relativamente às solicitações que têm vindo a ser formuladas para que o Governo divulgue a lista cumpre esclarecer o seguinte: no dia 14 de julho o Instituto Nacional de Medicina Legal foi notificado pelo Ministério Público de que o processo das vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande se encontrava em segredo de justiça", lê-se no comunicado.
  • . Dois
  • (ou mais)
  • e a lista em segredo de justiça
  • Ministério da Justiça. Não resta nenhum corpo por identificar, examinar ou entregar à família O Governo assegurou que todos os 64 corpos das vítimas mortais da tragédia de Pedrogão Grande conhecidas das autoridades foram entregues até 25 de junho às respetivas famílias , não restando nenhum corpo à guarda das autoridades por identificar, examinar ou entregar à respetiva família. Um comunicado divulgado pelo Ministério da Justiça (MJ) refere que o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) fez esta segunda-feira o levantamento de todos os processos relativos a corpos que deram entrada nos seus 28 serviços desde 18 de junho até esta segunda-feira, não tendo sido obtida qualquer informação adicional relativamente à que já existia e assim se mantendo a nota da identificação de 64 vítimas mortais. O Governo aconselha porém que, havendo suspeita ou informação sobre eventuais vítimas mortais do incêndio para além das 64 já referidas, devem as mesmas ser transmitidas ao Ministério Público (MP). A identificação das vítimas é matéria do processo-crime que se encontra neste momento sob direção do MP a quem compete definir os termos e modos da sua divulgação", adianta a nota enviada pelo Ministério da Justiça. Na sequência do incêndio de Pedrógão Grande, o MJ recorda que, na noite de domingo (18 junho) e madrugada do dia seguinte, foram transportados para a Delegação Centro (de Coimbra) do INMLCF os corpos de 61 vítimas mortais. "Na segunda-feira de manhã [20 junho] foram ainda levantados os corpos de mais duas vítimas mortais que, entretanto, tinham sido referenciados pela GNR à PJ e ao INMLCF, e que também foram transportados para a Delegação Centro do INMLCF, perfazendo o total de 63 vítimas mortais cujos corpos foram localizados e removidos", lembra ainda o MJ, observando que a estas 63 vítimas mortais veio posteriormente a juntar-se um bombeiro da corporação de Castanheira de Pera, falecido já no hospital, para onde tinha sido transportado na sequência dos graves ferimentos sofridos no combate ao incêndio. "Até à presente data não foram comunicadas às autoridades, nem estas delas tiveram conhecimento, notícias de mais pessoas desaparecidas ou mortas, para além das 64 acima referidas", insiste o MJ, precisando que um atropelamento com uma vítima mortal do sexo feminino é "conhecido desde o primeiro momento", estando o MP a averiguar as concretas circunstâncias em que o acidente de viação ocorreu.
  • "reter
  • falsas"

Diário de Notícias Pedrógão Grande - PSD. "Governo tem 24 horas para tornar pública lista dos que perderam a vida"

  • . O líder da bancada parlamentar do PSD foi perentório: "nós não estamos a dizer que há mais mortos. Nós não queremos acreditar que isso seja possível". Interrogado se este ultimato significa que o PSD vai apresentar uma moção de censura ao Governo, Hugo Soares escusou-se a responder. "Não, eu estou a dizer que o PSD deu 24 horas ao Governo para apresentar uma lista nominativa", insistiu. Sobre a consequência que poderá ter o incumprimento do Governo desta exigência, o deputado social-democrata reiterou que o PSD vai "esperar que o Governo tenha o bom senso, a humildade e a decência democrática de, em 24 horas, apresentar essa lista". "Eu creio que o país assistiu atónito a essas declarações do senhor primeiro-ministro. Como é que os familiares e amigos das pessoas que perderam a vida na tragédia de Pedrógão Grande podem acrescentar nomes a uma lista que não existe", criticou. Para Hugo Soares, o primeiro-ministro, António Costa, "esquece-se muitas vezes que é chefe do Governo" e que "não serve só para as horas boas, mas tem que demonstrar autoridade e dar a confiança ao país nos momentos em que o país mais precisa". "Quando o senhor primeiro-ministro diz divulgue-se, informe-se sobre aquela lista, se há ou não há mais pessoas que perderam a vida, a pergunta que todos os portugueses estão a fazer é: mas qual lista?", disse Hugo Soares, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com representantes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras do aeroporto de Lisboa. O primeiro-ministro, António Costa, apelou hoje a que quem tenha conhecimento de um maior número de vítimas no incêndio de Pedrógão Grande, em junho, o comunique de imediato à Polícia Judiciária e ao Ministério Público. António Costa referiu que "não é o Governo que constrói a estatística", indicando que são as "autoridades técnicas" a fornecer os números. O primeiro-ministro falava aos jornalistas no final da inauguração do novo centro de contacto do Serviço Nacional de Saúde, tendo sido questionado sobre notícias dos últimos dias que dão conta de mais vítimas mortais do incêndio de Pedrógão Grande, Leiria, além das 64 assumidas oficialmente. Os municípios de Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos sugeriram hoje a divulgação da lista de vítimas do incêndio de junho para serenar as populações, enquanto o autarca de Pedrógão Grande apelou a que "os boateiros" sejam corridos. O incêndio que deflagrou a 17 de junho em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos e só foi dado como extinto uma semana depois. Das vítimas do incêndio que começou em Pedrógão Grande, segundo as autoridades pelo menos 47 morreram na Estrada Nacional 236-1, entre Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, concelhos também atingidos pelas chamas

Correio da Manhã PSD dá 24 horas ao Governo para divulgar lista dos mortos de Pedrógão - Portugal - Correio da Manhã

  • . O líder da bancada parlamentar do PSD foi perentório: "nós não estamos a dizer que há mais mortos. Nós não queremos acreditar que isso seja possível". Interrogado se este ultimato significa que o PSD vai apresentar uma moção de censura ao Governo, Hugo Soares escusou-se a responder. "Não, eu estou a dizer que o PSD deu 24 horas ao Governo para apresentar uma lista nominativa", insistiu. Sobre a consequência que poderá ter o incumprimento do Governo desta exigência, o deputado social-democrata reiterou que o PSD vai "esperar que o Governo tenha o bom senso, a humildade e a decência democrática de, em 24 horas, apresentar essa lista". "Eu creio que o país assistiu atónito a essas declarações do senhor primeiro-ministro. Como é que os familiares e amigos das pessoas que perderam a vida na tragédia de Pedrógão Grande podem acrescentar nomes a uma lista que não existe", criticou. Para Hugo Soares, o primeiro-ministro, António Costa, "esquece-se muitas vezes que é chefe do Governo" e que "não serve só para as horas boas, mas tem que demonstrar autoridade e dar a confiança ao país nos momentos em que o país mais precisa". "Quando o senhor primeiro-ministro diz divulgue-se, informe-se sobre aquela lista, se há ou não há mais pessoas que perderam a vida, a pergunta que todos os portugueses estão a fazer é: mas qual lista?", disse Hugo Soares, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com representantes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras do aeroporto de Lisboa. O primeiro-ministro, António Costa, apelou esta segunda-feira a que quem tenha conhecimento de um maior número de vítimas no incêndio de Pedrógão Grande, em junho, o comunique de imediato à Polícia Judiciária e ao Ministério Público. António Costa referiu que "não é o Governo que constrói a estatística", indicando que são as "autoridades técnicas" a fornecer os números. O primeiro-ministro falava aos jornalistas no final da inauguração do novo centro de contacto do Serviço Nacional de Saúde, tendo sido questionado sobre notícias dos últimos dias que dão conta de mais vítimas mortais do incêndio de Pedrógão Grande, Leiria, além das 64 assumidas oficialmente. Os municípios de Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos sugeriram esta segunda-feira a divulgação da lista de vítimas do incêndio de junho para serenar as populações, enquanto o autarca de Pedrógão Grande apelou a que "os boateiros" sejam corridos. O incêndio que deflagrou a 17 de junho em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos e só foi dado como extinto uma semana depois. Das vítimas do incêndio que começou em Pedrógão Grande, segundo as autoridades pelo menos 47 morreram na Estrada Nacional 236-1, entre Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, concelhos também atingidos pelas chamas