Diário de Notícias da Madeira Primeiro-ministro pede desculpas pelas consequências dos incêndios

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  • . No debate quinzenal com o primeiro-ministro, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, disse hoje que, como eleito e em nome da sua bancada, assumia a "responsabilidade política" e pedia desculpas aos portugueses, desafiando Costa a fazer o mesmo: "Senhor primeiro-ministro, já está em condições de pedir desculpa a todos o país?". "Não vou fazer jogos de palavras, se quer ouvir-me pedir desculpas, eu peço desculpas", respondeu António Costa. O primeiro-ministro salientou que, se não o fez antes, "não é por sentir menor peso" na sua consciência. "No meu vocabulário reservo a palavra desculpa para a minha vida privada, enquanto primeiro-ministro uso a palavra responsabilidade e sempre disse que assumiria todas as que viessem a ser demonstradas", disse. António Costa disse ter a certeza que viverá com "o peso na consciência" pelos mais de 100 mortos nos incêndios deste verão, tal como ainda sente pelo inspetor da Polícia Judiciária que morreu quando era ministro da Justiça ou por agentes da PSP e bombeiros falecidos quando era ministro da Administração Interna. "Eu não me escudo nos outros, assumo as minhas responsabilidades como primeiro-ministro e peço sempre desculpa como cidadão", afirmou. Na resposta, Hugo Soares saudou o pedido de desculpas, mas lamentou que só o tenha feito hoje. "Deve e devia um pedido de desculpas ao país e já devia ter assumido a sua responsabilidade", considerou. As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 41 mortos e cerca de 70 feridos (mais de uma dezena dos quais graves), além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas. O Governo decretou três dias de luto nacional, entre terça-feira e quinta-feira. Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, em junho, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou 64 vítimas mortais e mais de 200 feridos

Observador O que sabe sobre os oito incêndios que estão a preocupar o país – Observador

O que sabe sobre os oito incêndios que estão a preocupar Três mortos e carros escoltados para sair das estradas. Este é o país pior dia de incêndios do ano – Observador

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  • Viseu e Braga também com incêndios A ANPC regista ainda como "ocorrências importantes" incêndios em Resende e Cinfães, no distrito
  • Viseu, e em Viera do Minho, distrito
  • Braga. No total,
  • ANPC registava
  • às 16h00
  • 122 incêndios que mobilizam 3.684 operacionais
  • 1.046 viaturas e 14 meios aéreos. Dos 122 fogos
  • 53 estão em curso
  • 19 em resolução
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  • 207 na Grela
  • no concelho de Santo Tirso
  • em Braga está cortada
  • 103 em Santa Lucrécia de Algeriz
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  • Estrada Municipal
  • 552 em Póvoa
  • 1232 em Prilhão
  • No distrito de Castelo Branco estava
  • totalmente por incêndio
  • zona do Maxial a EN 238. As alternativas aos cortes de trânsito estão sinalizadas no local pelas forças de segurança no local
  • Três mortos e carros escoltados para sair das estradas. Este é o pior dia de incêndios do ano 15/10/2017, 13:45 Duas pessoas morreram em Penacova e uma no concelho da Sertã. Há ainda relatos de 220 pessoas encurraladas numa estação de serviço. Alerta vermelho mantém-se até às 20h00 de segunda-feira. PAULO NOVAIS/LUSA Autores Agência Lusa Observador Este artigo está reproduzido aqui no nosso liveblog. Pode a partir de agora acompanhar tudo
  • fogos em direto . O "pior dia do ano" em matéria de
  • florestais continua
  • as autoridades. De momento, há 108 incêndios ativos que concentram um total
  • 5.397
  • e cerca de 1.600 viaturas. Segundo a Proteção Civil, só este domingo registaram-se 443 incêndios. A Proteção Civil confirma que há duas vítimas mortais em Penacova. Diferentes meios de comunicação avançam com uma terceira vítima mortal,
  • concelho da Sertã
  • relatos de centenas ou milhares de pessoas encurraladas
  • estradas . Um condutor explicou à agência Lusa que há "milhares" de pessoas presas no Itinerário Principal 3 (IP3), na fronteira entre os distritos
  • Coimbra e Viseu
  • Há imensos autocarros
  • vamos começar agora o trajeto, escoltados pela GNR. Não consigo quantificar, mas são milhares de pessoas. Estamos a ser organizados em grupos de carros para começar a saída do local", explicou. Os primeiros carros que estavam presos no Itinerário Principal 3 (IP3) começaram a deslocar-se no sentido Viseu — Coimbra, por volta das 21:40, disse um dos condutores. O IP3 foi cortado na sequência de um incêndio que começou na
  • , mas que já alastrou aos concelhos de Penacova e Mortágua. A porta-voz da Proteção Civil foi questionada na conferência de imprensa desta noite sobre a existência de 220 pessoas encurraladas numa estação de serviço . Patrícia Gaspar disse que não podia confirmar os números, mas admitiu que em algumas vias pudesse haver veículos à espera de rotas alternativas . As condições metrológicas, incluindo o "vento extremamente forte", mas também os comportamentos "humanos"
  • na origem dos incêndios que se registaram neste domingo. "Não quero chamar mão criminosa, há mão humana. Os incêndios não nascem por eles próprios", disse Jorge Gomes, secretário de Estado da Administração Interna, que deixou um apelo: "Não utilizem equipamentos que possam provocar incêndios. Basta. Vamos todos portar-nos como os homenzinhos que somos". O Presidente da República disse
  • comunicado, estar a acompanhar a evolução dos incêndios
  • Marcelo Rebelo de Sousa "manifesta a sua solidariedade às populações e aos autarcas por todo o Continente, agradece o seu sacrifício, bem como dos Bombeiros e demais estruturas da Proteção Civil no combate aos fogos e exprime o seu profundo pesar aos familiares das vítimas"
  • A Base Aérea n.º 5, de Monte Real, concelho de Leiria, abriu este domingo as portas à população da zona que queira, por motivos de precaução, fugir aos incêndios que lavram na zona, disse fonte da infraestrutura à
  • . Para o local, já começaram a acorrer algumas pessoas das zonas afetadas. Mais de 5 mil operacionais para 443 fogos. Cenário do pior dia do ano em termos de incêndios reforçou-se
  • nove
  • ,
  • A situação em Arganil , no distrito de Coimbra, está "incontrolável"
  • várias aldeias tiveram de ser evacuadas, segundo informou à Lusa o presidente
  • Câmara. Também o incêndio em Monção está "descontrolado" e já atingiu nove freguesias. Em Seia , os incêndios são "de grande dimensão e tem quatro frentes ativas" . O incêndio
  • Lousã é o que mobiliza este domingo à noite mais meios no país (mais
  • 500 operacionais), estando os fogos de Alcobaça, Seia e Vale de Cambra a ser combatidos por mais de 300 operacionais cada um. A zona de Mafra e Ericeira também está a arder ,
  • o Diário de Notícias. Há casas ameaçadas. Também Óbidos enfrenta um incêndio descontrolado e há três aldeias em risco. Mais de 20 estradas estão cortadas devido a incêndios e, para além de várias nacionais e municipais, destaque para a Autoestrada do Norte (A1)
  • está fechada entre Albergaria e a Mealhada nos dois sentidos. Jorge Gomes adiantou ainda que, dos cinco bombeiros dos Voluntários de Ovar que ficaram feridos na sequência de um capotamento da viatura em que seguiam, um deles ficou encarcerado e encontra-se em "estado reservado" . As autoridades detiveram em flagrante delito
  • presumível autor do
  • deflagrou este domingo de manhã em Vale de Cambra, segundo avança a SIC Notícias. Entretanto
  • notícia que Portugal acionou, este domingo,
  • Mecanismo Europeu de Proteção Civil e o protocolo com Marrocos , relativos à utilização de meios aéreos, disse à agência Lusa fonte do Ministério da Administração Interna. Devido aos incêndios
  • lavram
  • país foi marcada uma reunião extraordinária do Centro de Cooperação Operacional Nacional, presidida pela ministra
  • Administração Interna
  • Constança Urbano de Sousa. Ministra faz reunião de urgência por causa dos fogos Viseu e Braga também com incêndios A ANPC regista ainda como "ocorrências importantes" incêndios em Resende e Cinfães, no
  • Viseu
  • em Viera do Minho, distrito de Braga. O Observador sabe
  • , em Braga, na Encosta do Sameiro, o fogo atingiu uma zona residencial e obrigou à evacuação de várias pessoas, que estão a ser dirigidas para o pavilhão escolar de uma das escolas em Monção. No total, a ANPC registava, às 16h00, 122 incêndios que mobilizam 3.684
  • 1.046
  • 14
  • Dos 122 fogos, 53 estão em curso, 19 em resolução e 50 em conclusão. Gouveia com "situação complicada" A zona suburbana da cidade de Gouveia, na Serra da Estrela, distrito da Guarda, vive esta noite uma "situação complicada" devido aos incêndios. Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Gouveia, João Amaro, pelas 23h05 as chamas, provenientes da zona de Seia, atingiam os subúrbios da cidade e causavam grande preocupação. Numa parte da zona urbana [a situação] está um pouco complicada", mas "não há evacuação nenhuma", disse. O autarca referiu que o fogo atingiu a zona da Calçada e da Mata dos Frades, onde terão ardido "várias casas devolutas". João Amaro assegurou à Lusa que as habitações atingidas "não eram casas de primeira habitação", por isso garante que "ninguém ficou sem habitação". O
  • que atingiu Gouveia teve início no concelho de Seia. Fogo descontrolado em Óbidos ameaça três aldeias Um incêndio descontrolado lavra em Óbidos e a centena de bombeiros no terreno está apenas a proteger habitações das aldeias de Casais Ladeira, Perna de Pau e Olho Marinho face à escassez de meios, disse o comandante dos bombeiros locais. Carlos Silva queixou-se à agência Lusa da escassez de meios, explicando que já estiveram no local 132 bombeiros e 32 veículos, mas, devido à ocorrência de outros incêndios na zona de Caldas da Rainha, foram desmobilizados meios, ficando no local cerca de 100 bombeiros e 28 veículos. De acordo com o comandante dos bombeiros, o incêndio, com
  • , está a ameaçar habitações nas aldeias de Casais Ladeira, Perna de Pau
  • Olho Marinho. Os bombeiros limitam-se a "fazer prevenção
  • habitações, enquanto o fogo arde livremente, sublinhou o responsável, adiantando que se avizinha uma "noite difícil" face
  • impossibilidade de serem mobilizados mais meios devido à ocorrência de diversos incêndios no distrito de Leiria. "Estamos a pedir aos populares que nos ajudem com mangueiras e máquinas agrícolas", disse. Devido ao incêndio, estão cortados o Itinerário Principal IP6 (Peniche/Óbidos) e a estrada nacional EN114. Incêndio em Mira ameaça casas junto à estrada Um incêndio em Mira, distrito de Coimbra, está a ameaçar várias casas paralelas à estrada nacional 109, observou a agência Lusa no local. Esta frente de fogo, com um quilómetro, arde numa mata junto a essas casas e está a ser combatida por populares. Também em Seixo de Mira, na estrada para a praia, há uma frente de fogo, também combatida por populares. A Câmara de Mira, distrito de Coimbra, pediu hoje aos populares
  • urbanizações Miroasis e Miravillas para de deslocarem calmamente para o centro da Praia da Mira. Numa mensagem publicada no Facebook, o presidente da Câmara
  • Mira
  • Raul Almeida
  • pede para as pessoas se manterem atentas à página da autarquia
  • à página da Proteção Civil. "Pede-se à população do Miroasis e Miravillas que, calmamente, comece a sair das suas casas em direção ao centro da Praia de Mira", lê-se uma publicação intitulada "Aviso muito importante". Este incêndio, que está a obrigar a estas intervenções, teve origem em Quiaios
  • Figueira da Foz, e já atingiu Cantanhede e agora Mira. Situação incontrolável em Arganil. Várias aldeias evacuadas A situação em Arganil, distrito
  • Coimbra, está incontrolável e já houve necessidade de evacuar várias aldeias na sequência de um incêndio que está a atingir aquele concelho, disse o presidente da Câmara. Ricardo Alves disse à agência Lusa que os "meios são escassos"
  • que as populações estão a ajudar ao combate, mas temerosas. "Há várias aldeias evacuadas. A situação está má. O fogo lavra com grande intensidade,
  • várias frentes", disse Ricardo Alves, adiantando não poder acrescentar muito mais. Este incêndio começou pouco depois das 12h00 e estava às 19h30 a ser combatido por 82 bombeiros e 26 meios terrestres. Fogo na Sertã exige retirada de pessoas de aldeias Outro incêndio que deflagrou às 12h02 na freguesia de Ermida e Figueiredo, concelho
  • Sertã, já obrigou à retirada
  • algumas pessoas
  • aldeias, disse o presidente da Câmara Municipal à agência Lusa. José Farinha Nunes diz que o fogo "ganhou grandes proporções"
  • "propaga-se a grande velocidade". "A situação é má. Já retirámos algumas pessoas de aldeias, para o lar e para o centro de saúde
  • mas a velocidade é tal, que em breve podem voltar às suas casas". Às 15h00, este fogo estava a obrigar à intervenção de dois meios aéreos e 211 operacionais, anuncia a Proteção Civil. De acordo com o site da ANPC, estão igualmente envolvidos 56 meios terrestres. "Não está a ser possível controlar este fogo. A velocidade é muito grande, porque está muito vento", disse o autarca. Praia da Vieira, na Marinha Grande, evacuada A localidade de Praia da Vieira, na Marinha Grande, está a ser evacuada desde 17h30, na sequência de ordem emitida pela GNR, disse à agência Lusa uma moradora da freguesia. As pessoas apenas podem deslocar-se para a Praia
  • Pedrógão, já no concelho de Leiria, acrescentou a mesma moradora. O parque de campismo da Praia da Vieira, na Marinha Grande, acabou por ser consumido pelas chamas. Este incêndio,
  • acordo com o presidente
  • Câmara da Marinha Grande, no distrito de Leiria, está incontrolável. Está tudo muito complicado, está incontrolável. Peço desculpa mas não lhe posso dizer nada mais", sintetizou o autarca. Na Praia do Pedrógão, há dezenas de carros estacionados. O fogo, ainda de acordo com a fonte, está a "tocar a Praia da Vieira". "A
  • está a evacuar a Praia da Vieira. As indicações são ir para a Praia do Pedrógão e é impossível ir para a Vieira de Leiria ou para a Marinha Grande", disse. Este incêndio está a ser combatido por mais de 100 bombeiros, um meio aéreo e 37 meios terrestres
  • A vice-presidente da Câmara de Monção, Conceição Soares, afirmou este domingo à Lusa que o
  • ,
  • lavra "fora de controlo e já atinge nove freguesias" daquele concelho do distrito de Viana do Castelo. São muitos focos de incêndio. Estamos a fazer os possíveis e os impossíveis mas, nesta fase, não estamos sequer preocupados
  • controlar o incêndio. A nossa prioridade é salvar pessoas e bens. As chamas estão incontroláveis", disse Conceição Soares. A responsável, que se encontra a acompanhar a situação no posto de comando da Autoridade Nacional da Proteção Civil, estacionado na freguesia de Longos Vales afirmou que "alguns núcleos urbanos das freguesias afetadas estão rodeados de focos de incêndio". "Há casas ameaçadas um pouco por todo o lado", disse.
  • Barbeita, Troviscoso, Longos Vales, Bela, Lordelo, Sago, Parada, Anhões são as freguesias atingidas pelas chamas. Às 19:10
  • segundo o "site" da Autoridade Nacional de Protecção Civil, estavam no combate às chamas em Monção 224 operacionais e 63 meios terrestres. A meio da tarde deste
  • , o incêndio que tinha deflagrado no sábado, às 20h21, em Merufe, Monção, já se encontrava
  • Governo aponta para mão criminosa nos incêndios
  • Incêndio de Arouca alastrou ao concelho de Vale de Cambra, Aveiro http://t.co/BWMtXyxlRj pic.twitter.com/vvYF5DL63Y — S. Informação M. (@SIMundial) August 8, 2016
  • 404 operacionais e 3 meios aéreos na Lousã A página da internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) avança que o incêndio que mobiliza mais meios é o fogo que lavra desde as 08h41 no concelho da Lousã, distrito de Coimbra, e que mobiliza 404 operacionais, 109 viaturas e três meios aéreos. Este incêndio tem três frentes ativas e levou às 13h00 à evacuação das localidades de Serpins, Alcaide, Póvoa e Boque, na freguesia de Serpins e em território da União de Freguesia de Lousã e Vilarinho, adiantou um oficial do Comando Territorial de Coimbra da GNR.
  • controlado Em Valença, o
  • , Jorge Mendes adiantou ao fim da tarde
  • fogo
  • começou domingo
  • controlado". "A situação é agora bem mais calma da que vivemos durante
  • tarde", afirmou o autarca social-democrata que garantiu que meios no terreno "continuam a trabalhar para extinguir o fogo". Durante a tarde de domingo, o presidente da Câmara de Valença tinha dito à Lusa que o incêndio estava "a
  • Hora depois estaria mais calmo.
  • , embora a situação esteja mais controlada
  • Parque de Campismo evacuado
  • Figueira da Foz e zona industrial ameaçada O parque
  • campismo da Praia da Tocha, Cantanhede, começou a ser evacuado pouco depois das 17:00 deste domingo, na sequência
  • um
  • começou em Quiaios, Figueira da Foz, disse fonte da GNR. No local, presenciou a agência Lusa, há uma fila de automóveis a sair da Praia da Tocha em direção à Tocha e a GNR só permite passagem para a Praia a moradores. Há meios de bombeiros posicionados
  • ligação à Praia. Este incêndio começou nas matas nacionais
  • Quiaios
  • junto ao Ervedal e
  • três idosos acamados da localidade
  • Cova da Serpe
  • chefe de gabinete do
  • da Figueira da Foz, Tiago Castelo-Branco,
  • Num outro incêndio na Figueira da Foz, dois bombeiros ficaram feridos este domingo, um deles com necessidades de tratamentos hospitalares, quando se deslocavam para esse
  • , em Paião, Figueira da Foz, disse fonte da Proteção Civil
  • O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz
  • Lídio Lopes, disse, à agência Lusa, que os bombeiros se deslocavam
  • um incêndio em Paião, mas não conseguiu precisar
  • motivo do acidente. Uma zona industrial da Tocha, Cantanhede, também está a ser ameaçada pelo incêndio que começou em Quiaios, Figueira da Foz,
  • que alastrou entretanto àquele concelho, disse a presidente da Câmara à agência Lusa. Helena Teodósio disse que falou com
  • secretário
  • Estado da Administração Interna
  • Jorge Gomes,
  • pedir mais meios para Cantanhede
  • explicando
  • , além da floresta, "são bens, são pessoas e é uma zona industrial
  • perigo"
  • As chamas que se dirigem para
  • vila da Tocha,
  • acordo com o que a Lusa observou no local
  • atingem uma altitude superior
  • 25 metros
  • a proteção civil, estão 82 bombeiros a combater
  • incêndio
  • apoiados por mais de 20
  • Situação "perigosa" obriga à evacuação de aldeia de Melgaço Em Melgaço, o vereador da proteção civil municipal, José Adriano Lima referiu ao início da noite à Lusa que
  • situação "é perigosa", sobretudo no lugar de Cavaleiro Alvo, na freguesia de São Paio". "A evacuação do lugar de Lobiô Roussas inicialmente decidida acabou por
  • suspensa porque o vento mudou de direção e afastou o perigo iminente das habitações da aldeia
  • Em Cavaleiro Alvo também estivemos prontos para evacuar a aldeia mas a decisão foi, igualmente
  • suspensa por mudança da direção do vento. Estamos a resolver conforme podemos"
  • afirmou
  • responsável
  • Durante a tarde
  • domingo, o
  • , tinha dito
  • tinha sido
  • .
  • Mais
  • 20 estradas cortadas Mais
  • 20 estradas estão cortadas devido
  • incêndios
  • entre autoestradas (A1
  • A11 e A25)
  • estradas nacionais
  • estradas municipais
  • itinerários principais (IP3
  • IP6) e itinerários complementares , segundo a informação recolhida pela Lusa
  • Pelas 18h30, fonte da Guarda Nacional Republicana já tinha avançado que existiam mais de 15
  • , sobretudo, no
  • no
  • salientando que não excluía a existência de mais vias fechadas
  • circulação devido a incêndios
  • Cruzando os dados disponibilizados pela GNR e os que constam no Portal das Estradas da Infraestruturas de Portugal, ao nível de autoestradas, além da A1
  • também há um corte total da A11 (em Figueiredo
  • Silvares, distrito de Braga) e da A25 (Aveiro). Em termos de estradas nacionais (EN)
  • estão cortadas
  • distrito
  • Castelo Branco a EN 238 (Maxial da Estrada
  • Sertã, Castelo Branco),
  • EN 353 (Idanha-a-nova
  • Castelo Branco),
  • 350 (Pedrógão Pequeno
  • Sertã
  • Castelo Branco)
  • 238 (Cruz do Fundão, Sertã, Castelo Branco)
  • No distrito de Coimbra , está fechada a
  • (Lagos da Beira
  • Coimbra)
  • A mesma
  • está
  • Guarda
  • Guarda há igualmente registo do corte da EN 232 (entre Gouveia e Manteigas). Em Viana do Castelo , está encerrada a EN 202 (entre Trovisco e Bela e entre Barbeita e Monção). No distrito de Viseu , está cortada a EN 553 (Feirão
  • Resende, Viseu). Já
  • Aveiro , também
  • devido a incêndio a EN 235 (Palhaça) e
  • N109 (Vagos). Quanto aos itinerários principais, há um corte do IP6 – Itinerário Principal da Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 – Itinerário Principal da Beira Litoral (Penacova). Também está cortado o Itinerário Complementar (IC) 9 (Carregueiros, Tomar, Santarém). Depois, há uma série de estradas municipais
  • cortadas : EM 1232 (Prilhão, Lousã, Coimbra), EM 522 (Póvoa
  • , Lousã, Coimbra), EM 1087 (Feirão, Resende, Viseu), EM 553-1 (Panchorra, Resende, Viseu),
  • 1154 (Soutelo, Castro Daire, Viseu)
  • Há ainda alguns arruamentos em que a circulação automóvel foi
  • , como em Alcobaça (Leiria) e
  • Ericeira (Mafra)

Correio da Manhã Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios - Portugal - Correio da Manhã

  • Há 88
  • ativos, 13 dos quais estão a preocupar as autoridades
  • hoje
  • atualização
  • Treze
  • preocupam e já fizeram 23 feridos. Várias habitações arderam e mais de 15 povoações foram evacuadas. A1 cortada entre Mealhada e Albergaria
  • este domingo
  • Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Várias habitações arderam e mais de 15 povoações foram evacuadas devido aos incêndios de Monção, Seia e Lousã, segundo informação da adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar, pelas 17h30. Num "briefing" à comunicação social por essa hora, a responsável da ANPC indicou ainda que arderam habitações em Monção (em Velhas, São Paio e Barbeita), em Vale de Cambrã ardeu um jardim de infância (Pintalhos) e na Lousã "várias habitações foram afetadas". A adjunta de operações nacional da ANPC indicou aos jornalistas mais de 15 povoações tiveram de ser evacuadas devido aos fogos.
  • Fogos provocaram 23 feridos ligeiros, 17 são bombeiros Os incêndios do dia de hoje provocaram ferimentos leves a 23 pessoas, das quais 17 bombeiros e seis civis, disse este domingo a adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar. "Temos 17 bombeiros feridos leves, dos quais quatro sofreram queimaduras na Sertã, e seis civis feridos sem gravidade. A maior parte dos ferimentos prendeu-se com inalação de fumos, por parte dos operacionais, sobretudo", disse Patrícia Gaspar. Segundo Patrícia Gaspar, que por essa hora fez um ponto de situação dos incêndios no país, disse que estavam ainda 88 fogos ativos por todo o país, além de 84 outras ocorrências (de vigilância e rescaldo), estando ativos "todos os meios disponíveis no país". Chamas obrigam ao corte de estradas Mais de 20 estradas estão cortadas devido a incêndios, entre autoestradas (A1, A11 e A25), estradas nacionais, estradas municipais, itinerários principais (IP3 e IP6) e itinerários complementares, segundo a informação recolhida pela Lusa. Pelas 18:30, fonte da Guarda Nacional Republicana já tinha avançado que existiam mais de 15 estradas cortadas, sobretudo, no norte e no centro do país, salientando que não excluía a existência de mais vias fechadas à circulação devido a incêndios. Cruzando os dados disponibilizados pela GNR e os que constam no Portal das Estradas da Infraestruturas de Portugal, ao nível de autoestradas, além da A1, também há um corte total da A11 (em Figueiredo e Silvares, distrito de Braga) e da A25 (Aveiro).
  • termos de estradas nacionais (EN), estão cortadas no distrito de Castelo Branco a EN 238 (Maxial da Estrada, Sertã, Castelo Branco), a EN 353 (Idanha-a-nova, Castelo Branco), a EN 350 (Pedrógão Pequeno, Sertã, Castelo Branco) e a EN 238 (Cruz do Fundão, Sertã, Castelo Branco). No distrito de Coimbra, está fechada a EN 17 (Lagos da Beira, Oliveira do Hospital, Coimbra). A mesma EN 17 está também cortada em Folhadosa, Seia, Guarda. Na Guarda há igualmente registo do corte da EN 232 (entre Gouveia e Manteigas). Em Viana do Castelo, está encerrada a EN 202 (entre Trovisco e Bela e entre Barbeita e Monção). No distrito de Viseu, está cortada a EN 553 (Feirão, Resende, Viseu). Já no distrito de Aveiro, também estão cortadas devido a incêndio a EN 235 (Palhaça) e a N109 (Vagos). Quanto aos itinerários principais, há um corte do IP6 - Itinerário Principal da Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 - Itinerário Principal da Beira Litoral (Penacova). Também está cortado o Itinerário Complementar (IC) 9 (Carregueiros, Tomar, Santarém). Depois, há uma série de estradas municipais (EM) cortadas: EM 1232 (Prilhão, Lousã, Coimbra), EM 522 (Póvoa de Serpins, Lousã, Coimbra), EM 1087 (Feirão, Resende, Viseu), EM 553-1 (Panchorra, Resende, Viseu), e a EM 1154 (Soutelo, Castro Daire, Viseu). Há ainda alguns arruamentos em que a circulação automóvel foi cortada, como em Alcobaça (Leiria) e na Ericeira (Mafra). Ministra da Administração Interna preside à reunião extraordinária na ANPC A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, preside à reunião extraordinária do Centro de Cooperação Operacional Nacional (CCON), a decorrer ao final da tarde deste domingo na Autoridade Nacional de Proteção Civil. Fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) disse à agência Lusa que a reunião extraordinária foi convocada devido aos incêndios que estão a lavrar no país. Fazem parte do CCON os agentes de proteção civil, como a GNR, PSP, Instituto Nacional de Emergência Médica e Instituto Português do Mar e da Atmosfera, além de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar.
  • A1 cortada entre Mealhada e Albergaria
  • Mais de 20 estradas estão cortadas

Portugal vive o Um bebé entre os 35 mortos no inferno do "pior dia do ano" em de incêndios - Portugal - Correio da Manhã

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  • Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 - Itinerário Principal
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  • Coimbra)
  • EM 522 (Póvoa
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  • EM 1087 (Feirão
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  • Castro Daire
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  • Alcobaça (Leiria) e na Ericeira (Mafra). Ministra da Administração Interna preside à reunião extraordinária na ANPC A ministra da Administração Interna
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  • Autoridade Nacional de Proteção Civil. Fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) disse à agência Lusa que
  • reunião extraordinária foi convocada devido aos incêndios que estão
  • lavrar no país. Fazem parte do CCON os agentes de proteção civil
  • como
  • GNR
  • PSP
  • Instituto Nacional
  • Emergência Médica e Instituto Português do Mar e da Atmosfera
  • além
  • outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar
  • Um bebé entre os 35 mortos no inferno do
  • de
  • Criança com um mês estava entre os sete desaparecidos. Mais de 50
  • , 16 em estado grave
  • Incêndio da Lousã chegou a Penacova
  • matou duas pessoas Pelo menos 35 pessoas morreram nos
  • 500 incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia do ano no que diz respeito a fogos florestais
  • confirmou a existência de 35 vítimas mortais, entre as quais um bebé de um mês, na tarde desta segunda-feira. Estão ainda sete pessoas desaparecidas, duas no distrito de Coimbra e cinco em Viseu. Segundo a informação divulgada às 15h30 desta segunda-feira pela adjunta de operações da ANPC,
  • , há ainda a registar 56 feridos, 16 dos quais em estado grave, um deles bombeiro. De registar ainda
  • 23 bombeiros tiveram de ser assistido no teatro
  • operações
  • por inalação de fumo e ferimentos no combate às chamas
  • Durante esta segunda-feira, apenas dois meios aéreos estão a ser utilizados devido às más condições atmosféricas. Todos os números são provisórios
  • admite-se que o número
  • mortos possa ainda aumentar. Costa fala ao país esta segunda-feira O primeiro-ministro, António Costa, fala esta segunda-feira ao país sobre a situação após os
  • domingo, a partir das 20:00, na residência oficial em São Bento
  • em Lisboa
  • afirmou à agência Lusa fonte oficial do executivo. Centro de Coordenação Operacional Nacional reúne O Centro
  • Coordenação Operacional Nacional (CCON) vai voltar esta segunda-feira a reunir para fazer um ponto
  • situação dos incêndios florestais disse à Lusa fonte do Ministério da Administração Interna. A mesma fonte adianta que a ministra da Administração Interna vai presidir à reunião do CCON, que vai decorrer às 17h00 na
  • de
  • . Esta é a segunda reunião do CCON
  • depois de uma outra realizada no domingo ao fim da tarde devido aos incêndios.Fazem parte do CCON todas as entidades envolvidas no sistema de proteção civil
  • como
  • GNR, PSP
  • Instituto Nacional de Emergência Médica
  • Instituto Português do Mar e da Atmosfera
  • além de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar. Mais de uma centena de famílias desalojadas
  • Oliveira do Hospital Mais
  • uma centena
  • pessoas ficaram desalojadas no concelho de Oliveira do Hospital por causa dos incêndios de domingo
  • desta segunda-feira, disse à agência Lusa o presidente da Câmara daquela cidade, José Carlos Alexandrino. "Mais de uma centena de famílias ficaram desalojadas" porque as suas casas, que são, em regra,
  • em permanência,
  • atingidas pelas chamas, muitas das quais "ficaram completamente destruídas", disse o presidente
  • Câmara
  • Oliveira do Hospital. O fogo, que,
  • acordo com o autarca, provocou oito mortes no concelho -- número que admite possa
  • ainda mais elevado -- , também destruiu diversas empresas, designadamente no parque industrial de Oliveira do Hospital, que representam, no seu conjunto, "cerca de 400 postos de trabalho". José Carlos Alexandrino descreve
  • neste município do interior do distrito de Coimbra como "uma enorme bola de fogo", formada por três fogos
  • que "varreu todo o concelho
  • ameaçando os seus 84 núcleos" e devastando parte de muitos dos aglomerados populacionais. Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face
  • incêndios
  • prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos
  • se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada
  • portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente
  • República reafirma urgência de agir", na qual se lê
  • "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia
  • e falará depois ao país". Segundo a mesma nota
  • Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima". Mais de 90 mortes em incêndios em quatro meses Mais de 90 pessoas morreram nos últimos quatro meses nos
  • florestais em Portugal, que no final
  • setembro tinham destruído mais de 215 mil hectares, equivalente ao território da Área Metropolitana do Porto. Depois de um verão com temperaturas elevadas e muito pouca chuva
  • Portugal chegou a outubro com mais de 80% do território continental em seca severa, segundo o último Boletim Climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O IPMA, aliás, classificou o mês de setembro
  • o
  • quente dos últimos 87 anos. As condições meteorológicas excecionais fizeram o Governo prolongar este ano até final de outubro o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, que prevê a proibição
  • lançar foguetes e fazer queimadas e fogueiras nos espaços florestais
  • por causa das condições meteorológicas. Foram também estas condições excecionais que ajudaram a dificultar
  • combate às chamas este ano, agravando as consequências como nunca na história do país, com um balanço negro superior a 90 mortos (64 em junho e pelo menos 31 este fim
  • semana) e a 250 feridos. E estas consequências inéditas
  • designadamente as dos incêndios na Região Centro, levaram mesmo a oposição a exigir que
  • primeiro-ministro, António Costa, assumisse consequências políticas da tragédia e a pedir a demissão da ministra da Administração Interna, Constança Urbano
  • Sousa. De lá até hoje, houve poucas mudanças na Proteção Civil: demitiu-se o assessor
  • comunicação
  • Fausto Coutinho
  • em julho. O comandante nacional
  • Proteção
  • , Rui Esteves, também saiu, mas por se ter tornado pública a informação de
  • fez a licenciatura com recurso a equivalências. Incêndios encerram pelo menos vinte agrupamentos de escolas Pelo menos duas dezenas de agrupamentos de escolas estão encerrados, quer em consequência direta das chamas quer por estarem a servir de centros de acolhimento às populações, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação. No norte do país estão encerrados
  • agrupamentos de escolas de Alijó, Castelo de Paiva, Couto de Mineiro de Pejão (Castelo de Paiva), Moimenta, Monção e Murça. No centro está encerrada a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos e mais
  • agrupamento de escolas de Vagos. Também foram encerrados os agrupamentos de Carregal do Sal, Fornos de Algodres, Gouveia, Mira, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital e Penacova. Ainda na região centro,
  • também encerrados os agrupamentos de escolas de S. Pedro do Sul, Tábua, Tondela (Cândido de Figueiredo e Tomaz Ribeiro), Vieira de Leiria (Marinha Grande), Vouzela e Campia, Henrique Sommer (Maceira, Leiria) e Marinha Grande Nascente. O Ministério da Educação atualiza a informação
  • portal
  • Governo na internet ou na página da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. Ministra da Administração Interna diz que "não é o momento para a demissão" Constança Urbano
  • Sousa voltou
  • reforçar que não se vai demitir esta segunda-feira, depois da Proteção Civil revelar que pelo menos 32
  • morreram nos incêndios que devastam o País. "Para mim seria mais fácil
  • pessoalmente, ir-me embora
  • ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões", afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo. "Não é na altura mais difícil que as pessoas abandonam o barco. A demissão seria o mais fácil
  • mas agora não é o momento para a demissão. É o momento para a ação", assegura. Mais de 500 ignições no
  • é número inaceitável Os incêndios que deflagraram no domingo e provocaram pelo menos 32 mortos tiveram na origem "muita negligência" , afirmou esta segunda-feira
  • , que considerou inaceitável o número de 523 ignições.
  • afirmou que o número de mortos é provisório e que há zonas onde os meios de socorro ainda não conseguiram chegar, pelo que pode aumentar. Entre as vítimas mortais estão pessoas que foram encontradas na via pública e pelo menos duas, em Penacova, foram encontradas dentro de um barracão de uso agrícola. A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51
  • 15
  • em estado grave. Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo. Patrícia Gaspar reforçou que o número de ignições no domingo "é inaceitável", salientando que "era preciso cuidado", uma vez que todo o continente estava em alerta vermelho de risco de incêndio, uma condição que se manterá até às 20h00 desta segunda-feira. "Era difícil pedir mais a este dispositivo"
  • considerou, lembrando que os meios em prontidão são mais reduzidos do que em relação à fase mais crítica do verão. Ardeu 80% do Pinhal de Leiria O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, estimou hoje que cerca de 80% do Pinhal de Leiria tenha sido consumido pelas chamas, depois de ter alertado para a falta de limpeza desta mata. Contactado pela agência Lusa, o autarca retratou que "cerca de 80% da manta verde do Pinhal de Leiria já ardeu"
  • alertou para "todas as consequências que isso acarreta". Paulo Vicente referiu que se vive um "cenário devastador e dantesco" no concelho. CDS pede audiência urgente a Marcelo por causa
  • incêndios O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audiência
  • caráter de urgência ao Presidente da República para abordar a situação dos incêndios do fim
  • semana
  • disse à Lusa fonte do partido. Além de analisar os incêndios deste fim de semana
  • que já vitimaram 32 pessoas
  • o CDS quer também abordar as conclusões da comissão técnica independente sobre os fogos na região centro
  • causaram 64 mortos, acrescentou a mesma fonte. Quatro comboios retidos na Linha da Beira Alta A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta continuava às 12h00 desta segunda-feira suspensa, devido aos incêndios, estando retidos dois comboios em Coimbra,
  • em Vilar Formoso (Guarda) e outro em Santa Comba Dão (Viseu), informou a CP. Em comunicado, a CP fez o
  • sobre as quatro composições
  • transportavam no total cerca de 760 passageiros. 125 incêndios devastam Norte e Centro do País Quase 6.000 homens
  • ao início da manhã no terreno a combater as chamas em
  • apoiados por cerca de 1.800 veículos, após um fim-de-semana com seis mortos, casas ardidas e famílias realojadas. Mais
  • 100 incêndios lavravam ainda no Norte
  • Centro de Portugal. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC)
  • são 22
  • incêndios mais importantes e o que mais
  • mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã
  • domingo na freguesia
  • Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Este incêndio tem duas frentes, os homens no terreno
  • apoiados por 192 veículos e o fogo obrigou
  • ativar os planos distrital de emergência de Coimbra e municipal da Lousã. Governo assina despacho de calamidade pública O primeiro-ministro anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública
  • abrangendo todos os distritos a norte do Tejo , para assegurar a mobilização de mais meios
  • principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios. "Foi assinado por mim
  • pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo
  • tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular
  • para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão
  • assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho
  • dois dias de descanso por cada um em que estiverem
  • participar no combate aos incêndios"
  • justificou o primeiro-ministro. Costa assume que "problemas" vão continuar O primeiro-ministro sustentou hoje que não há bombeiros que cheguem num dia com 523 incêndios, como no domingo, e advertiu que não há soluções mágicas para os fogos florestais, admitindo mesmo que os "problemas" vão repetir-se. António Costa assumiu estas posições no Comando Nacional de Operações de Socorro
  • Autoridade
  • de Proteção Civil, em Oeiras, distrito
  • Lisboa
  • tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna
  • Constança Urbano de Sousa
  • afirma que mantém a confiança na ministra . Confrontado com as múltiplas queixas de populações sobre falta de meios no combate aos incêndios florestais
  • domingo, o líder
  • executivo reagiu: "Quando se tem 523 incêndios
  • é evidente
  • há bombeiros para acorrerem
  • todas as situações". Perante a questão se estas tragédias são então uma inevitabilidade em Portugal, António Costa negou. "Não, não é uma inevitabilidade", mas "dias com mais de 500 ocorrências não se registava desde 2006. Este é o 22.º dia com maior número
  • ocorrências desde o princípio do século. E, portanto, é evidente que não há meios para acorrer
  • todas as necessidades", justificou. O primeiro-ministro António Costa disse em declarações aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou que o Governo assinou um despacho de "declaração de calamidade pública" a norte do Tejo. O primeiro-ministro afirmou que, a par das mudanças a introduzir na estrutura das florestas, o Governo vai também avançar já com reformas de fundo nos sistemas de prevenção e de combate aos
  • florestais. SIRESP com falhas Quatro pessoas ficaram também em estado grave num acidente ocorrido na autoestrada A25, em Aveiro, quando fugiam de um fogo, adiantou a responsável. Uma pessoa terá sido também atropelada na A25 quando fugia às chamas. Patrícia Gaspar confirmou que a rede de comunicações de emergência SIRESP regista "falhas em Viseu, Aveiro e Leiria, que estão a ter impactos nas operações". "Têm sido intermitências, as falhas não são generalizadas", especificou. Perante as falhas, a Autoridade Nacional está a mobilizar duas estações de operações móveis, uma para Viseu e outra para Aveiro. Questionada sobre um eventual reforço de meios nas próximas horas, Patrícia Gaspar esclareceu que "todos
  • meios disponíveis estão empenhados", que não se prevê até ao momento o reforço de mais meios
  • que apenas poderão ser mobilizados "meios de um fogo para outro". Alerta vermelho mantém-se até às 20h00 de segunda-feira A adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar afirmou hoje
  • o alerta vermelho vai manter-se até às 20h00 de segunda-feira, apesar
  • previsões de chuva. Falando num "briefing" aos jornalistas pelas 22h00, na sede na ANPC, em Oeiras (distrito
  • Lisboa)
  • Patrícia Gaspar confirmou a ideia transmitida anteriormente
  • ser este "o pior dia do ano" em termos de incêndios, com 443 incêndios florestais
  • desde as 00:00. Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Várias habitações arderam e várias povoações foram evacuadas devido aos incêndios de Monção, Seia e Lousã, segundo informação
  • adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar
  • pelas 17h30. Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Num "briefing" à comunicação social por essa hora, a responsável
  • ANPC indicou ainda que arderam habitações em Monção
  • Velhas, São Paio
  • Barbeita)
  • em Vale
  • Cambrã ardeu um jardim de infância (Pintalhos)
  • na Lousã "várias habitações foram afetadas". A porta-voz
  • Porteção Civil refere que todos os meios que o páis dispõe
  • terreno. Chamas obrigam ao corte
  • estradas Vinte e cinco estradas das regiões do Norte e Centro estavam cerca das 07:00 de segunda-feira cortadas ao trânsito na sequência dos incêndios que estão
  • afetar aquelas zonas do país
  • segundo
  • Infraestruturas de Portugal (IP). De acordo com informação disponível na página da Internet da Infraestruturas de Portugal
  • às 06:54 estavam cortadas 25 estradas nacionais (EN)
  • municipais (EM)
  • Itinerários Principais (IP)e itinerários complementares (IC). Na região Centro
  • estão cortadas
  • devido ao incêndio do Cruz
  • até EN350 e entre os quilómetros 40 e 48
  • na localidade de Maxial, concelho da
  • Castelo Branco. Segundo a IP
  • também cortada
  • EN17 em ambos os sentidos devido a um incêndio ao quilómetros 81 em Póvoas das Quartas -- Lagos
  • concelho de
  • distrito de Coimbra.
  • devido a incêndio
  • concelho de
  • distrito da
  • . Também na região Centro, estão cortadas a EN entre os quilómetros 85 e 100 em Pedrógão Pequeno, concelho
  • Sertã (Castelo Branco), a EN232 entre
  • Manteigas, na Guarda
  • 242-2
  • a Marinha Grande
  • São Pedro do Moel,
  • Leiria
  • e
  • 242-1 na Marinha Grande (Leiria). Na região Centro estão
  • incêndios,
  • ENl 339 no Sabugueiro, concelho de Seia
  • distrito
  • Guarda, a EN 231 em Paranhos
  • em Seia
  • Guarda
  • e a EN 112 ao quilómetro 80 na localidade
  • Salgueiro do Campo
  • no distrito de Castelo Branco. A A13 está cortada na zona de Condeixa
  • a EN109 na localidade
  • Carriço
  • concelho Pombal
  • a EN8 em Gradil
  • concelho de Mafra
  • distrito de Lisboa
  • e o IC8 na localidade de Carvalhal -- Sertã
  • distrito de Castelo Branco. Na região Norte
  • também devido aos incêndios
  • estão cortadas a EN202 aos quilómetros 03 e 05 na zona de Trovisco-Bela-Barbeita , concelho de Monção
  • distrito de Viana do Castelo ,
  • N235 em Mamodeiro
  • distrito de Aveiro
  • a A32
  • Canedo, concelho de Santa Maria da Feira (Aveiro) e
  • A25 no nó de Reigoso e ao quilómetro 53 (área de serviço de Vouzela). A A24 está
  • Vil de Souto
  • concelho
  • Viseu
  • e o IP5 também entre Vil
  • Souto e Ventosa (Viseu). Segundo o IP
  • A17 está cortada devido a incêndio
  • Marinha Grande, Leiria,
  • N233 em Adão, na Guarda,
  • N333 em Paços Vilharigues - Vouzela
  • N16 em Almeidinha
  • Granja
  • na Guarda, e a N234 em Moimenta
  • Maceira Dâo
  • concelho
  • Mangualde (Viseu)

Um bebé entre os 35 36 mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios - Portugal - Correio da Manhã

  • 35
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  • Pelo menos 35 pessoas morreram nos mais
  • 500
  • deflagraram
  • o pior dia do ano no que diz respeito a fogos florestais. A
  • da
  • confirmou a existência de 35 vítimas mortais
  • entre as quais um bebé de um mês, na tarde desta segunda-feira. Estão
  • desaparecidas, duas no distrito de Coimbra e cinco em Viseu
  • informação divulgada às 15h30 desta segunda-feira pela
  • ANPC,
  • há ainda a registar 56 feridos
  • 16 dos quais em estado grave
  • deles bombeiro. De registar ainda
  • 23 bombeiros tiveram de ser assistido
  • teatro
  • operações
  • inalação
  • fumo
  • no combate às chamas
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  • A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51 feridos, 15 dos quais em estado grave. Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo.
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  • O número
  • mortes ocorridas devido aos
  • florestais
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  • anunciou esta segunda-feira
  • de
  • indicando
  • que estão desaparecidas
  • nacional
  • Proteção Civil
  • que falava num "briefing" na sede da ANPC no concelho de Oeiras
  • distrito de Lisboa
  • a 36.ª vítima mortal é
  • homem
  • estava hospitalizado
  • Hospital
  • Viseu. De acordo com o presidente do Centro Hospitalar Tondela-Viseu
  • Cílio Correia, trata-se de um homem de 48 anos - que se encontrava com queimaduras em 80% a 90% do corpo e que acabou
  • morrer durante a tarde
  • hoje. A Proteção Civil indicou que há 63 feridos, dos quais 16 graves. Um destes feridos graves é bombeiro
  • há ainda outros 19 bombeiros com
  • ligeiros. Foram ainda assistidas nos locais junto dos incêndios 40 pessoas. A Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou já durante esta segunda-feira a existência de um bebé de um mês entre as vítimas mortais
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  • de domingo

Um bebé entre os 36 Número de mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios nos fogos sobe para 41 - Portugal - Correio da Manhã

  • Um bebé entre os 36 mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios Criança com um mês estava entre os sete desaparecidos. Mais
  • 60
  • 16
  • ocorridas devido aos
  • lavram no
  • aumentou para 36, anunciou esta segunda-feira Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), indicando ainda que estão desaparecidas sete
  • Segundo a adjunta nacional de operações da
  • Patrícia Gaspar, que falava num "briefing"
  • sede da ANPC no concelho
  • Oeiras
  • distrito
  • Lisboa, a 36
  • é um homem que estava hospitalizado no Hospital de Viseu. De acordo com o presidente do Centro Hospitalar Tondela-Viseu
  • Cílio Correia
  • trata-se
  • 48
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  • se encontrava com queimaduras
  • 80%
  • 90% do corpo e
  • acabou
  • morrer durante a tarde
  • hoje
  • A
  • indicou
  • 63
  • 16
  • junto dos
  • 40 pessoas
  • A Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou já durante esta segunda-feira a existência
  • um bebé
  • um mês entre as vítimas mortais. Durante esta
  • estão a
  • Todos os
  • possa
  • Costa fala ao país esta segunda-feira
  • primeiro-ministro, António Costa
  • fala
  • país sobre
  • após
  • incêndios de domingo
  • partir
  • , na residência oficial em São Bento, em Lisboa, afirmou à agência Lusa fonte oficial do executivo
  • Centro de Coordenação Operacional Nacional reúne
  • Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON) vai voltar esta segunda-feira
  • reunir
  • fazer um ponto
  • situação dos incêndios florestais disse à Lusa fonte do Ministério
  • A mesma fonte adianta
  • ministra
  • Administração Interna vai presidir
  • reunião do CCON
  • que vai decorrer
  • 17h00 na Autoridade Nacional
  • Proteção Civil (ANPC)
  • Esta
  • segunda reunião do CCON, depois
  • outra realizada no domingo
  • fim
  • tarde devido
  • .Fazem parte do CCON todas as entidades envolvidas no sistema de proteção civil
  • como
  • GNR
  • PSP
  • Instituto Nacional
  • Emergência Médica
  • Instituto Português do Mar e
  • Atmosfera
  • além
  • outras entidades que cada ocorrência em concreto venha
  • justificar.
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  • . Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face aos incêndios, prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir", na qual se lê que "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia, e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima".
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  • . Incêndios encerram pelo menos vinte agrupamentos de escolas Pelo menos duas dezenas de agrupamentos de escolas estão encerrados, quer em consequência direta das chamas quer por estarem a servir de centros de acolhimento às populações, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação. No norte do país estão encerrados os agrupamentos de escolas de Alijó, Castelo de Paiva, Couto de Mineiro de Pejão (Castelo de Paiva), Moimenta, Monção e Murça. No centro está encerrada a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos e mais o agrupamento de escolas de Vagos. Também foram encerrados os agrupamentos de Carregal do Sal, Fornos de Algodres, Gouveia, Mira, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital e Penacova. Ainda na região centro, estão também encerrados os agrupamentos de escolas de S. Pedro do Sul, Tábua, Tondela (Cândido de Figueiredo e Tomaz Ribeiro), Vieira de Leiria (Marinha Grande), Vouzela e Campia, Henrique Sommer (Maceira, Leiria) e Marinha Grande Nascente. O Ministério da Educação atualiza a informação no portal do Governo na internet ou na página da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
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  • desta segunda-feira.
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  • . CDS pede audiência urgente a Marcelo por causa dos incêndios O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audiência com caráter de urgência ao Presidente da República para abordar a situação dos incêndios do fim de semana, disse à Lusa fonte do partido. Além de analisar os incêndios deste fim de semana, que já vitimaram 36 pessoas, o CDS quer também abordar as conclusões da comissão técnica independente sobre os fogos na região centro, que causaram 64 mortos, acrescentou a mesma fonte. Quatro comboios retidos na Linha da Beira Alta A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta continuava às 12h00 desta segunda-feira suspensa, devido aos incêndios, estando retidos dois comboios em Coimbra, um em Vilar Formoso (Guarda) e outro em Santa Comba Dão (Viseu), informou a CP. Em comunicado, a CP fez o ponto de situação sobre as quatro composições, que transportavam no total cerca de 760 passageiros. 125 incêndios devastam Norte e Centro do País Quase 6.000 homens estavam ao início da manhã no terreno a combater as chamas em todo o país, apoiados por cerca de 1.800 veículos, após um fim-de-semana com seis mortos, casas ardidas e famílias realojadas. Mais de 100 incêndios lavravam ainda no Norte e Centro de Portugal. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), são 22 os incêndios mais importantes e o que mais meios mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã de domingo na freguesia de Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Este incêndio tem duas frentes, os homens no terreno estão apoiados por 192 veículos e o fogo obrigou a ativar os planos distrital de emergência de Coimbra e municipal da Lousã. Governo assina despacho de calamidade pública O primeiro-ministro anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo , para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios. "Foi assinado por mim e pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo, tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular, para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão, assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho e dois dias de descanso por cada um em que estiverem a participar no combate aos incêndios", justificou o primeiro-ministro. Costa assume que "problemas" vão continuar O primeiro-ministro sustentou hoje que não há bombeiros que cheguem num dia com 523 incêndios, como no domingo, e advertiu que não há soluções mágicas para os fogos florestais, admitindo mesmo que os "problemas" vão repetir-se. António Costa assumiu estas posições no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Oeiras, distrito de Lisboa, tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa e afirma que mantém a confiança na ministra . Confrontado com as múltiplas queixas de populações sobre falta de meios no combate aos incêndios florestais no domingo, o líder do executivo reagiu: "Quando se tem 523 incêndios, é evidente que não há bombeiros para acorrerem a todas as situações". Perante a questão se estas tragédias são então uma inevitabilidade em Portugal, António Costa negou. "Não, não é uma inevitabilidade", mas "dias com mais de 500 ocorrências não se registava desde 2006. Este é o 22.º dia com maior número de ocorrências desde o princípio do século. E, portanto, é evidente que não há meios para acorrer a todas as necessidades", justificou. O primeiro-ministro António Costa disse em declarações aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou que o Governo assinou um despacho de "declaração de calamidade pública" a norte do Tejo. O primeiro-ministro afirmou que, a par das mudanças a introduzir na estrutura das florestas, o Governo vai também avançar já com reformas de fundo nos sistemas de prevenção e de combate aos incêndios florestais. SIRESP com falhas Quatro pessoas ficaram também em estado grave num acidente ocorrido na autoestrada A25, em Aveiro, quando fugiam de um fogo, adiantou a responsável. Uma pessoa terá sido também atropelada na A25 quando fugia às chamas. Patrícia Gaspar confirmou que a rede de comunicações de emergência SIRESP regista "falhas em Viseu, Aveiro e Leiria, que estão a ter impactos nas operações". "Têm sido intermitências, as falhas não são generalizadas", especificou. Perante as falhas, a Autoridade Nacional está a mobilizar duas estações de operações móveis, uma para Viseu e outra para Aveiro. Questionada sobre um eventual reforço de meios nas próximas horas, Patrícia Gaspar esclareceu que "todos os meios disponíveis estão empenhados", que não se prevê até ao momento o reforço de mais meios e que apenas poderão ser mobilizados "meios de um fogo para outro".
  • segunda-feira
  • hoje
  • segunda-feira
  • . Falando num "briefing" aos jornalistas pelas 22h00
  • na sede na ANPC
  • Oeiras (distrito
  • Lisboa),
  • confirmou
  • ideia transmitida anteriormente de ser este "o pior dia
  • ano" em termos
  • incêndios, com 443 incêndios florestais, desde as 00:00.
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  • . Chamas obrigam ao corte de estradas Vinte e cinco estradas das regiões do Norte e Centro estavam cerca das 07:00 de segunda-feira cortadas ao trânsito na sequência dos incêndios que estão a afetar aquelas zonas do país, segundo a Infraestruturas de Portugal (IP). De acordo com informação disponível na página da Internet da Infraestruturas de Portugal, às 06:54 estavam cortadas 25 estradas nacionais (EN), municipais (EM), Itinerários Principais (IP)e itinerários complementares (IC). Na região Centro, estão cortadas a EN 238 devido ao incêndio do Cruz do Fundão até EN350 e entre os quilómetros 40 e 48, na localidade de Maxial, concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco. Segundo a IP, está também cortada a EN17 em ambos os sentidos devido a um incêndio ao quilómetros 81 em Póvoas das Quartas -- Lagos da Beira, concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra. A EN 17 está também cortada devido a incêndio em Folhadosa, concelho de Seia, distrito da Guarda. Também na região Centro, estão cortadas a EN entre os quilómetros 85 e 100 em Pedrógão Pequeno, concelho da Sertã (Castelo Branco), a EN232 entre Gouveia e Manteigas, na Guarda, a EN 242-2 entre a Marinha Grande e São Pedro do Moel, distrito de Leiria, e a EN 242-1 na Marinha Grande (Leiria). Na região Centro estão também cortadas devido a incêndios, a ENl 339 no Sabugueiro, concelho de Seia, distrito da Guarda, a EN 231 em Paranhos da Beira, em Seia, Guarda, e a EN 112 ao quilómetro 80 na localidade de Salgueiro do Campo, no distrito de Castelo Branco. A A13 está cortada na zona de Condeixa, a EN109 na localidade de Carriço, concelho Pombal, a EN8 em Gradil, concelho de Mafra, distrito de Lisboa, e o IC8 na localidade de Carvalhal -- Sertã, distrito de Castelo Branco. Na região Norte, também devido aos incêndios, estão cortadas a EN202 aos quilómetros 03 e 05 na zona de Trovisco-Bela-Barbeita , concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo , a N235 em Mamodeiro, distrito de Aveiro, a A32 em Canedo, concelho de Santa Maria da Feira (Aveiro) e a A25 no nó de Reigoso e ao quilómetro 53 (área de serviço de Vouzela). A A24 está cortada em Vil de Souto, concelho de Viseu, e o IP5 também entre Vil de Souto e Ventosa (Viseu). Segundo o IP, a A17 está cortada devido a incêndio na Marinha Grande, Leiria, a N233 em Adão, na Guarda, a N333 em Paços Vilharigues - Vouzela, a N16 em Almeidinha, Granja, na Guarda, e a N234 em Moimenta de Maceira Dâo, concelho de Mangualde (Viseu)
  • Número
  • mortos nos fogos sobe para 41 Chamas fizeram ainda 70
  • 15 dos quais
  • causadas pelos
  • assolaram o
  • chegou às 41
  • A
  • atualizou
  • tarde desta terça-feira o número
  • vítimas mortais
  • acrescentando quatro às 37 já conhecidas. Seis dos sete desaparecidos foram encontrados com vida e
  • boa saúde. Permanece uma pessoa desaparecida na zona de Coimbra. A 37
  • divulgada antes da atualização para 41 mortos
  • foi confirmada esta terça-feira. Trata-se
  • 83
  • ,
  • vivia
  • Lugar de Covelo, em Ventosa, Vouzela. Durante
  • tarde de segunda-feira, circularam informações de
  • uma das vítimas do fogo se trataria de um bebé de um mês, mas informação acabaram
  • se revelar infundadas. Não consta nenhum bebé na lista
  • vítimas do incêndio divulgada esta terça-feira
  • Já na manhã desta terça-feira, a
  • tinha indicado
  • pelo menos 70
  • 15 são
  • outras 40 pessoas,
  • onde lavraram os
  • Imagens
  • drone mostram destruição causada pelo fogo em Tondela No combate aos fogos
  • puderam
  • Os
  • ainda
  • possa
  • Ministério Público abre inquéritos
  • Ministério Público instaurou inquéritos autónomos nos Departamentos de Investigação e Ação Penal (DIAP) das comarcas onde ocorreram os incêndios registados desde domingo
  • disse
  • à agência Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR). "Na sequência das comunicações recebidas até
  • momento, foram instaurados inquéritos nos DIAP das comarcas onde ocorreram os incêndios", refere uma resposta escrita enviada pela PGR. "Assim, foram instaurados inquéritos autónomos por referência aos vários incêndios e respetivas consequências, sendo que o Ministério Público continua a acompanhar
  • , com vista a desencadear todos
  • procedimentos legalmente previstos que se mostrem adequados. Nas investigações, o Ministério Público é coadjuvado pela Polícia Judiciária"
  • acrescenta
  • PGR Costa Segura ministra António Costa fez uma declaração ao País por volta
  • desta sexta-feira
  • primeiro-ministro expressou
  • sua "solidariedade" e "luto nacional"
  • com as famílias afetadas pela tragédia. Mas foi evasivo sobre as responsabilidades
  • ministra
  • e do Governo numa tragédia que acontece quatro meses depois das 64 mortes de Pedrógão Grande
  • António Costa sublinhou que este "é tempo de acção, não de demissões" e apontou que as soluções
  • constam do relatório sobre Pedrógão Grande são para ser cumpridas, sublinhando
  • importância
  • reforma florestal que o governo quer implementar. PSD fala de "insulto
  • inteligência". Hugo Soares
  • reagiu
  • declarações do chefe do Governo ao início da noite acusando António Costa
  • ter perdido a "oportunidade de pedir desculpas" aos portugueses e salientou que muitos portugueses pagaram com as "próprias vidas" aquilo que considerou ser o "falhanço do Estado"
  • "A declaração de hoje [segunda-feira] do senhor primeiro-ministro
  • um insulto à inteligência mas sobretudo ao sofrimento de todos os portugueses. O senhor primeiro-ministro perdeu uma oportunidade de assumir
  • responsabilidade politica e perdeu uma oportunidade
  • pedir desculpas (...) perdeu
  • oportunidade de assumir a responsabilidade política que é sua enquanto chefe de Governo", afirmou Hugo Soares. Marcelo fala
  • país após estabilização dos fogos O Presidente
  • República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face
  • prometendo falar ao país após
  • estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet
  • intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir"
  • na qual se lê que "o chefe
  • Estado espera a rápida estabilização dos fogos
  • o balanço
  • tragédia
  • e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo
  • Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando
  • agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima".
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  • . A decisão de manter o alerta
  • ativado no domingo
  • foi tomada mesmo tendo
  • consideração a previsão de chuva para o resto do dia
  • hoje e para terça-feira.
  • indicou que chegam ainda esta segunda-feira
  • Portugal dois Canadair italianos, no âmbito
  • pedido
  • ajuda feito pelo país.
  • com
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  • País

Número de mortos nos fogos sobe para 41 já é de 42 - Portugal - Correio da Manhã

  • sobe para 41
  • 15
  • 41
  • A
  • atualizou
  • tarde desta
  • o número de
  • acrescentando quatro às 37 já conhecidas
  • Permanece uma pessoa desaparecida na zona
  • Coimbra
  • A 37
  • , divulgada antes da atualização para 41 mortos, foi confirmada esta terça-feira. Trata-se de um homem de 83 anos, que vivia em Lugar de Covelo, em Ventosa, Vouzela
  • desta
  • Costa Segura ministra António Costa fez uma declaração ao País por volta das 20h00 desta sexta-feira. O primeiro-ministro expressou a sua "solidariedade" e "luto nacional" para com as famílias afetadas pela tragédia. Mas foi evasivo sobre as responsabilidades da ministra da Administração Interna e do Governo numa tragédia que acontece quatro meses depois das 64 mortes de Pedrógão Grande. António Costa sublinhou que este "é tempo de acção, não de demissões" e apontou que as soluções que constam do relatório sobre Pedrógão Grande são para ser cumpridas, sublinhando a importância da reforma florestal que o governo quer implementar. PSD fala de "insulto à inteligência". Hugo Soares, reagiu às declarações do chefe do Governo ao início da noite acusando António Costa de ter perdido a "oportunidade de pedir desculpas" aos portugueses e salientou que muitos portugueses pagaram com as "próprias vidas" aquilo que considerou ser o "falhanço do Estado". "A declaração de hoje [segunda-feira] do senhor primeiro-ministro é um insulto à inteligência mas sobretudo ao sofrimento de todos os portugueses. O senhor primeiro-ministro perdeu uma oportunidade de assumir a responsabilidade politica e perdeu uma oportunidade de pedir desculpas (...) perdeu uma oportunidade de assumir a responsabilidade política que é sua enquanto chefe de Governo", afirmou Hugo Soares. Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face aos incêndios, prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir", na qual se lê que "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia, e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima". Mais de uma centena de famílias desalojadas em Oliveira do Hospital Mais de uma centena de pessoas ficaram desalojadas no concelho de Oliveira do Hospital por causa dos incêndios de domingo e desta segunda-feira, disse à agência Lusa o presidente da Câmara daquela cidade, José Carlos Alexandrino. "Mais de uma centena de famílias ficaram desalojadas" porque as suas casas, que são, em regra, habitações em permanência, foram atingidas pelas chamas, muitas das quais "ficaram completamente destruídas", disse o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital. O fogo, que, de acordo com o autarca, provocou oito mortes no concelho - número que admite possa ser ainda mais elevado - , também destruiu diversas empresas, designadamente no parque industrial de Oliveira do Hospital, que representam, no seu conjunto, "cerca de 400 postos de trabalho". José Carlos Alexandrino descreve os incêndios neste município do interior do distrito de Coimbra como "uma enorme bola de fogo", formada por três fogos, que "varreu todo o concelho, ameaçando os seus 84 núcleos" e devastando parte de muitos dos aglomerados populacionais.
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  • Ministra da Administração Interna diz que "não é o momento para a demissão" Constança Urbano de Sousa voltou a reforçar que não se vai demitir esta segunda-feira, depois da Proteção Civil revelar que pelo menos 37 pessoas morreram nos incêndios que devastam o País. "Para mim seria mais fácil, pessoalmente, ir-me embora e ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões", afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo. "Não é na altura mais difícil que as pessoas abandonam o barco. A demissão seria o mais fácil, mas agora não é o momento para a demissão. É o momento para a ação", assegura.
  • e provocaram pelo menos 36 mortos
  • já é de 42 Um dos feridos graves na tragédia não resistiu.
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  • , depois de um dos feridos graves de Carregal do Sal ter morrido no hospital
  • No último balanço feito pela
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  • à noite, estavam confirmadas 41
  • . Foi encontrado o corpo de uma idosa na manhã desta quarta-feira
  • em Vouzela, e chegou a pensar-se que seria mais uma vítima das chamas mas, ao que o CM apurou, trata-se de uma mulher que estava desaparecida há um ano e meio e que não morreu devido ao fogo
  • O último desaparecido,
  • Pampilhosa da Serra, foi encontrado morto na terça-feira
  • Foi a 41
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Correio da Manhã Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios - Portugal - Correio da Manhã

  • Há 88
  • ativos, 13 dos quais estão a preocupar as autoridades
  • hoje
  • atualização
  • Treze
  • preocupam e já fizeram 23 feridos. Várias habitações arderam e mais de 15 povoações foram evacuadas. A1 cortada entre Mealhada e Albergaria
  • este domingo
  • Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Várias habitações arderam e mais de 15 povoações foram evacuadas devido aos incêndios de Monção, Seia e Lousã, segundo informação da adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar, pelas 17h30. Num "briefing" à comunicação social por essa hora, a responsável da ANPC indicou ainda que arderam habitações em Monção (em Velhas, São Paio e Barbeita), em Vale de Cambrã ardeu um jardim de infância (Pintalhos) e na Lousã "várias habitações foram afetadas". A adjunta de operações nacional da ANPC indicou aos jornalistas mais de 15 povoações tiveram de ser evacuadas devido aos fogos.
  • Fogos provocaram 23 feridos ligeiros, 17 são bombeiros Os incêndios do dia de hoje provocaram ferimentos leves a 23 pessoas, das quais 17 bombeiros e seis civis, disse este domingo a adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar. "Temos 17 bombeiros feridos leves, dos quais quatro sofreram queimaduras na Sertã, e seis civis feridos sem gravidade. A maior parte dos ferimentos prendeu-se com inalação de fumos, por parte dos operacionais, sobretudo", disse Patrícia Gaspar. Segundo Patrícia Gaspar, que por essa hora fez um ponto de situação dos incêndios no país, disse que estavam ainda 88 fogos ativos por todo o país, além de 84 outras ocorrências (de vigilância e rescaldo), estando ativos "todos os meios disponíveis no país". Chamas obrigam ao corte de estradas Mais de 20 estradas estão cortadas devido a incêndios, entre autoestradas (A1, A11 e A25), estradas nacionais, estradas municipais, itinerários principais (IP3 e IP6) e itinerários complementares, segundo a informação recolhida pela Lusa. Pelas 18:30, fonte da Guarda Nacional Republicana já tinha avançado que existiam mais de 15 estradas cortadas, sobretudo, no norte e no centro do país, salientando que não excluía a existência de mais vias fechadas à circulação devido a incêndios. Cruzando os dados disponibilizados pela GNR e os que constam no Portal das Estradas da Infraestruturas de Portugal, ao nível de autoestradas, além da A1, também há um corte total da A11 (em Figueiredo e Silvares, distrito de Braga) e da A25 (Aveiro).
  • termos de estradas nacionais (EN), estão cortadas no distrito de Castelo Branco a EN 238 (Maxial da Estrada, Sertã, Castelo Branco), a EN 353 (Idanha-a-nova, Castelo Branco), a EN 350 (Pedrógão Pequeno, Sertã, Castelo Branco) e a EN 238 (Cruz do Fundão, Sertã, Castelo Branco). No distrito de Coimbra, está fechada a EN 17 (Lagos da Beira, Oliveira do Hospital, Coimbra). A mesma EN 17 está também cortada em Folhadosa, Seia, Guarda. Na Guarda há igualmente registo do corte da EN 232 (entre Gouveia e Manteigas). Em Viana do Castelo, está encerrada a EN 202 (entre Trovisco e Bela e entre Barbeita e Monção). No distrito de Viseu, está cortada a EN 553 (Feirão, Resende, Viseu). Já no distrito de Aveiro, também estão cortadas devido a incêndio a EN 235 (Palhaça) e a N109 (Vagos). Quanto aos itinerários principais, há um corte do IP6 - Itinerário Principal da Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 - Itinerário Principal da Beira Litoral (Penacova). Também está cortado o Itinerário Complementar (IC) 9 (Carregueiros, Tomar, Santarém). Depois, há uma série de estradas municipais (EM) cortadas: EM 1232 (Prilhão, Lousã, Coimbra), EM 522 (Póvoa de Serpins, Lousã, Coimbra), EM 1087 (Feirão, Resende, Viseu), EM 553-1 (Panchorra, Resende, Viseu), e a EM 1154 (Soutelo, Castro Daire, Viseu). Há ainda alguns arruamentos em que a circulação automóvel foi cortada, como em Alcobaça (Leiria) e na Ericeira (Mafra). Ministra da Administração Interna preside à reunião extraordinária na ANPC A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, preside à reunião extraordinária do Centro de Cooperação Operacional Nacional (CCON), a decorrer ao final da tarde deste domingo na Autoridade Nacional de Proteção Civil. Fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) disse à agência Lusa que a reunião extraordinária foi convocada devido aos incêndios que estão a lavrar no país. Fazem parte do CCON os agentes de proteção civil, como a GNR, PSP, Instituto Nacional de Emergência Médica e Instituto Português do Mar e da Atmosfera, além de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar.
  • A1 cortada entre Mealhada e Albergaria
  • Mais de 20 estradas estão cortadas

Portugal vive o Um bebé entre os 35 mortos no inferno do "pior dia do ano" em de incêndios - Portugal - Correio da Manhã

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  • Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 - Itinerário Principal
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  • Coimbra)
  • EM 522 (Póvoa
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  • EM 1087 (Feirão
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  • Castro Daire
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  • Alcobaça (Leiria) e na Ericeira (Mafra). Ministra da Administração Interna preside à reunião extraordinária na ANPC A ministra da Administração Interna
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  • Autoridade Nacional de Proteção Civil. Fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) disse à agência Lusa que
  • reunião extraordinária foi convocada devido aos incêndios que estão
  • lavrar no país. Fazem parte do CCON os agentes de proteção civil
  • como
  • GNR
  • PSP
  • Instituto Nacional
  • Emergência Médica e Instituto Português do Mar e da Atmosfera
  • além
  • outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar
  • Um bebé entre os 35 mortos no inferno do
  • de
  • Criança com um mês estava entre os sete desaparecidos. Mais de 50
  • , 16 em estado grave
  • Incêndio da Lousã chegou a Penacova
  • matou duas pessoas Pelo menos 35 pessoas morreram nos
  • 500 incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia do ano no que diz respeito a fogos florestais
  • confirmou a existência de 35 vítimas mortais, entre as quais um bebé de um mês, na tarde desta segunda-feira. Estão ainda sete pessoas desaparecidas, duas no distrito de Coimbra e cinco em Viseu. Segundo a informação divulgada às 15h30 desta segunda-feira pela adjunta de operações da ANPC,
  • , há ainda a registar 56 feridos, 16 dos quais em estado grave, um deles bombeiro. De registar ainda
  • 23 bombeiros tiveram de ser assistido no teatro
  • operações
  • por inalação de fumo e ferimentos no combate às chamas
  • Durante esta segunda-feira, apenas dois meios aéreos estão a ser utilizados devido às más condições atmosféricas. Todos os números são provisórios
  • admite-se que o número
  • mortos possa ainda aumentar. Costa fala ao país esta segunda-feira O primeiro-ministro, António Costa, fala esta segunda-feira ao país sobre a situação após os
  • domingo, a partir das 20:00, na residência oficial em São Bento
  • em Lisboa
  • afirmou à agência Lusa fonte oficial do executivo. Centro de Coordenação Operacional Nacional reúne O Centro
  • Coordenação Operacional Nacional (CCON) vai voltar esta segunda-feira a reunir para fazer um ponto
  • situação dos incêndios florestais disse à Lusa fonte do Ministério da Administração Interna. A mesma fonte adianta que a ministra da Administração Interna vai presidir à reunião do CCON, que vai decorrer às 17h00 na
  • de
  • . Esta é a segunda reunião do CCON
  • depois de uma outra realizada no domingo ao fim da tarde devido aos incêndios.Fazem parte do CCON todas as entidades envolvidas no sistema de proteção civil
  • como
  • GNR, PSP
  • Instituto Nacional de Emergência Médica
  • Instituto Português do Mar e da Atmosfera
  • além de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar. Mais de uma centena de famílias desalojadas
  • Oliveira do Hospital Mais
  • uma centena
  • pessoas ficaram desalojadas no concelho de Oliveira do Hospital por causa dos incêndios de domingo
  • desta segunda-feira, disse à agência Lusa o presidente da Câmara daquela cidade, José Carlos Alexandrino. "Mais de uma centena de famílias ficaram desalojadas" porque as suas casas, que são, em regra,
  • em permanência,
  • atingidas pelas chamas, muitas das quais "ficaram completamente destruídas", disse o presidente
  • Câmara
  • Oliveira do Hospital. O fogo, que,
  • acordo com o autarca, provocou oito mortes no concelho -- número que admite possa
  • ainda mais elevado -- , também destruiu diversas empresas, designadamente no parque industrial de Oliveira do Hospital, que representam, no seu conjunto, "cerca de 400 postos de trabalho". José Carlos Alexandrino descreve
  • neste município do interior do distrito de Coimbra como "uma enorme bola de fogo", formada por três fogos
  • que "varreu todo o concelho
  • ameaçando os seus 84 núcleos" e devastando parte de muitos dos aglomerados populacionais. Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face
  • incêndios
  • prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos
  • se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada
  • portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente
  • República reafirma urgência de agir", na qual se lê
  • "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia
  • e falará depois ao país". Segundo a mesma nota
  • Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima". Mais de 90 mortes em incêndios em quatro meses Mais de 90 pessoas morreram nos últimos quatro meses nos
  • florestais em Portugal, que no final
  • setembro tinham destruído mais de 215 mil hectares, equivalente ao território da Área Metropolitana do Porto. Depois de um verão com temperaturas elevadas e muito pouca chuva
  • Portugal chegou a outubro com mais de 80% do território continental em seca severa, segundo o último Boletim Climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O IPMA, aliás, classificou o mês de setembro
  • o
  • quente dos últimos 87 anos. As condições meteorológicas excecionais fizeram o Governo prolongar este ano até final de outubro o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, que prevê a proibição
  • lançar foguetes e fazer queimadas e fogueiras nos espaços florestais
  • por causa das condições meteorológicas. Foram também estas condições excecionais que ajudaram a dificultar
  • combate às chamas este ano, agravando as consequências como nunca na história do país, com um balanço negro superior a 90 mortos (64 em junho e pelo menos 31 este fim
  • semana) e a 250 feridos. E estas consequências inéditas
  • designadamente as dos incêndios na Região Centro, levaram mesmo a oposição a exigir que
  • primeiro-ministro, António Costa, assumisse consequências políticas da tragédia e a pedir a demissão da ministra da Administração Interna, Constança Urbano
  • Sousa. De lá até hoje, houve poucas mudanças na Proteção Civil: demitiu-se o assessor
  • comunicação
  • Fausto Coutinho
  • em julho. O comandante nacional
  • Proteção
  • , Rui Esteves, também saiu, mas por se ter tornado pública a informação de
  • fez a licenciatura com recurso a equivalências. Incêndios encerram pelo menos vinte agrupamentos de escolas Pelo menos duas dezenas de agrupamentos de escolas estão encerrados, quer em consequência direta das chamas quer por estarem a servir de centros de acolhimento às populações, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação. No norte do país estão encerrados
  • agrupamentos de escolas de Alijó, Castelo de Paiva, Couto de Mineiro de Pejão (Castelo de Paiva), Moimenta, Monção e Murça. No centro está encerrada a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos e mais
  • agrupamento de escolas de Vagos. Também foram encerrados os agrupamentos de Carregal do Sal, Fornos de Algodres, Gouveia, Mira, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital e Penacova. Ainda na região centro,
  • também encerrados os agrupamentos de escolas de S. Pedro do Sul, Tábua, Tondela (Cândido de Figueiredo e Tomaz Ribeiro), Vieira de Leiria (Marinha Grande), Vouzela e Campia, Henrique Sommer (Maceira, Leiria) e Marinha Grande Nascente. O Ministério da Educação atualiza a informação
  • portal
  • Governo na internet ou na página da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. Ministra da Administração Interna diz que "não é o momento para a demissão" Constança Urbano
  • Sousa voltou
  • reforçar que não se vai demitir esta segunda-feira, depois da Proteção Civil revelar que pelo menos 32
  • morreram nos incêndios que devastam o País. "Para mim seria mais fácil
  • pessoalmente, ir-me embora
  • ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões", afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo. "Não é na altura mais difícil que as pessoas abandonam o barco. A demissão seria o mais fácil
  • mas agora não é o momento para a demissão. É o momento para a ação", assegura. Mais de 500 ignições no
  • é número inaceitável Os incêndios que deflagraram no domingo e provocaram pelo menos 32 mortos tiveram na origem "muita negligência" , afirmou esta segunda-feira
  • , que considerou inaceitável o número de 523 ignições.
  • afirmou que o número de mortos é provisório e que há zonas onde os meios de socorro ainda não conseguiram chegar, pelo que pode aumentar. Entre as vítimas mortais estão pessoas que foram encontradas na via pública e pelo menos duas, em Penacova, foram encontradas dentro de um barracão de uso agrícola. A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51
  • 15
  • em estado grave. Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo. Patrícia Gaspar reforçou que o número de ignições no domingo "é inaceitável", salientando que "era preciso cuidado", uma vez que todo o continente estava em alerta vermelho de risco de incêndio, uma condição que se manterá até às 20h00 desta segunda-feira. "Era difícil pedir mais a este dispositivo"
  • considerou, lembrando que os meios em prontidão são mais reduzidos do que em relação à fase mais crítica do verão. Ardeu 80% do Pinhal de Leiria O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, estimou hoje que cerca de 80% do Pinhal de Leiria tenha sido consumido pelas chamas, depois de ter alertado para a falta de limpeza desta mata. Contactado pela agência Lusa, o autarca retratou que "cerca de 80% da manta verde do Pinhal de Leiria já ardeu"
  • alertou para "todas as consequências que isso acarreta". Paulo Vicente referiu que se vive um "cenário devastador e dantesco" no concelho. CDS pede audiência urgente a Marcelo por causa
  • incêndios O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audiência
  • caráter de urgência ao Presidente da República para abordar a situação dos incêndios do fim
  • semana
  • disse à Lusa fonte do partido. Além de analisar os incêndios deste fim de semana
  • que já vitimaram 32 pessoas
  • o CDS quer também abordar as conclusões da comissão técnica independente sobre os fogos na região centro
  • causaram 64 mortos, acrescentou a mesma fonte. Quatro comboios retidos na Linha da Beira Alta A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta continuava às 12h00 desta segunda-feira suspensa, devido aos incêndios, estando retidos dois comboios em Coimbra,
  • em Vilar Formoso (Guarda) e outro em Santa Comba Dão (Viseu), informou a CP. Em comunicado, a CP fez o
  • sobre as quatro composições
  • transportavam no total cerca de 760 passageiros. 125 incêndios devastam Norte e Centro do País Quase 6.000 homens
  • ao início da manhã no terreno a combater as chamas em
  • apoiados por cerca de 1.800 veículos, após um fim-de-semana com seis mortos, casas ardidas e famílias realojadas. Mais
  • 100 incêndios lavravam ainda no Norte
  • Centro de Portugal. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC)
  • são 22
  • incêndios mais importantes e o que mais
  • mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã
  • domingo na freguesia
  • Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Este incêndio tem duas frentes, os homens no terreno
  • apoiados por 192 veículos e o fogo obrigou
  • ativar os planos distrital de emergência de Coimbra e municipal da Lousã. Governo assina despacho de calamidade pública O primeiro-ministro anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública
  • abrangendo todos os distritos a norte do Tejo , para assegurar a mobilização de mais meios
  • principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios. "Foi assinado por mim
  • pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo
  • tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular
  • para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão
  • assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho
  • dois dias de descanso por cada um em que estiverem
  • participar no combate aos incêndios"
  • justificou o primeiro-ministro. Costa assume que "problemas" vão continuar O primeiro-ministro sustentou hoje que não há bombeiros que cheguem num dia com 523 incêndios, como no domingo, e advertiu que não há soluções mágicas para os fogos florestais, admitindo mesmo que os "problemas" vão repetir-se. António Costa assumiu estas posições no Comando Nacional de Operações de Socorro
  • Autoridade
  • de Proteção Civil, em Oeiras, distrito
  • Lisboa
  • tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna
  • Constança Urbano de Sousa
  • afirma que mantém a confiança na ministra . Confrontado com as múltiplas queixas de populações sobre falta de meios no combate aos incêndios florestais
  • domingo, o líder
  • executivo reagiu: "Quando se tem 523 incêndios
  • é evidente
  • há bombeiros para acorrerem
  • todas as situações". Perante a questão se estas tragédias são então uma inevitabilidade em Portugal, António Costa negou. "Não, não é uma inevitabilidade", mas "dias com mais de 500 ocorrências não se registava desde 2006. Este é o 22.º dia com maior número
  • ocorrências desde o princípio do século. E, portanto, é evidente que não há meios para acorrer
  • todas as necessidades", justificou. O primeiro-ministro António Costa disse em declarações aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou que o Governo assinou um despacho de "declaração de calamidade pública" a norte do Tejo. O primeiro-ministro afirmou que, a par das mudanças a introduzir na estrutura das florestas, o Governo vai também avançar já com reformas de fundo nos sistemas de prevenção e de combate aos
  • florestais. SIRESP com falhas Quatro pessoas ficaram também em estado grave num acidente ocorrido na autoestrada A25, em Aveiro, quando fugiam de um fogo, adiantou a responsável. Uma pessoa terá sido também atropelada na A25 quando fugia às chamas. Patrícia Gaspar confirmou que a rede de comunicações de emergência SIRESP regista "falhas em Viseu, Aveiro e Leiria, que estão a ter impactos nas operações". "Têm sido intermitências, as falhas não são generalizadas", especificou. Perante as falhas, a Autoridade Nacional está a mobilizar duas estações de operações móveis, uma para Viseu e outra para Aveiro. Questionada sobre um eventual reforço de meios nas próximas horas, Patrícia Gaspar esclareceu que "todos
  • meios disponíveis estão empenhados", que não se prevê até ao momento o reforço de mais meios
  • que apenas poderão ser mobilizados "meios de um fogo para outro". Alerta vermelho mantém-se até às 20h00 de segunda-feira A adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar afirmou hoje
  • o alerta vermelho vai manter-se até às 20h00 de segunda-feira, apesar
  • previsões de chuva. Falando num "briefing" aos jornalistas pelas 22h00, na sede na ANPC, em Oeiras (distrito
  • Lisboa)
  • Patrícia Gaspar confirmou a ideia transmitida anteriormente
  • ser este "o pior dia do ano" em termos de incêndios, com 443 incêndios florestais
  • desde as 00:00. Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Várias habitações arderam e várias povoações foram evacuadas devido aos incêndios de Monção, Seia e Lousã, segundo informação
  • adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar
  • pelas 17h30. Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Num "briefing" à comunicação social por essa hora, a responsável
  • ANPC indicou ainda que arderam habitações em Monção
  • Velhas, São Paio
  • Barbeita)
  • em Vale
  • Cambrã ardeu um jardim de infância (Pintalhos)
  • na Lousã "várias habitações foram afetadas". A porta-voz
  • Porteção Civil refere que todos os meios que o páis dispõe
  • terreno. Chamas obrigam ao corte
  • estradas Vinte e cinco estradas das regiões do Norte e Centro estavam cerca das 07:00 de segunda-feira cortadas ao trânsito na sequência dos incêndios que estão
  • afetar aquelas zonas do país
  • segundo
  • Infraestruturas de Portugal (IP). De acordo com informação disponível na página da Internet da Infraestruturas de Portugal
  • às 06:54 estavam cortadas 25 estradas nacionais (EN)
  • municipais (EM)
  • Itinerários Principais (IP)e itinerários complementares (IC). Na região Centro
  • estão cortadas
  • devido ao incêndio do Cruz
  • até EN350 e entre os quilómetros 40 e 48
  • na localidade de Maxial, concelho da
  • Castelo Branco. Segundo a IP
  • também cortada
  • EN17 em ambos os sentidos devido a um incêndio ao quilómetros 81 em Póvoas das Quartas -- Lagos
  • concelho de
  • distrito de Coimbra.
  • devido a incêndio
  • concelho de
  • distrito da
  • . Também na região Centro, estão cortadas a EN entre os quilómetros 85 e 100 em Pedrógão Pequeno, concelho
  • Sertã (Castelo Branco), a EN232 entre
  • Manteigas, na Guarda
  • 242-2
  • a Marinha Grande
  • São Pedro do Moel,
  • Leiria
  • e
  • 242-1 na Marinha Grande (Leiria). Na região Centro estão
  • incêndios,
  • ENl 339 no Sabugueiro, concelho de Seia
  • distrito
  • Guarda, a EN 231 em Paranhos
  • em Seia
  • Guarda
  • e a EN 112 ao quilómetro 80 na localidade
  • Salgueiro do Campo
  • no distrito de Castelo Branco. A A13 está cortada na zona de Condeixa
  • a EN109 na localidade
  • Carriço
  • concelho Pombal
  • a EN8 em Gradil
  • concelho de Mafra
  • distrito de Lisboa
  • e o IC8 na localidade de Carvalhal -- Sertã
  • distrito de Castelo Branco. Na região Norte
  • também devido aos incêndios
  • estão cortadas a EN202 aos quilómetros 03 e 05 na zona de Trovisco-Bela-Barbeita , concelho de Monção
  • distrito de Viana do Castelo ,
  • N235 em Mamodeiro
  • distrito de Aveiro
  • a A32
  • Canedo, concelho de Santa Maria da Feira (Aveiro) e
  • A25 no nó de Reigoso e ao quilómetro 53 (área de serviço de Vouzela). A A24 está
  • Vil de Souto
  • concelho
  • Viseu
  • e o IP5 também entre Vil
  • Souto e Ventosa (Viseu). Segundo o IP
  • A17 está cortada devido a incêndio
  • Marinha Grande, Leiria,
  • N233 em Adão, na Guarda,
  • N333 em Paços Vilharigues - Vouzela
  • N16 em Almeidinha
  • Granja
  • na Guarda, e a N234 em Moimenta
  • Maceira Dâo
  • concelho
  • Mangualde (Viseu)

Um bebé entre os 35 36 mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios - Portugal - Correio da Manhã

  • 35
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  • Pelo menos 35 pessoas morreram nos mais
  • 500
  • deflagraram
  • o pior dia do ano no que diz respeito a fogos florestais. A
  • da
  • confirmou a existência de 35 vítimas mortais
  • entre as quais um bebé de um mês, na tarde desta segunda-feira. Estão
  • desaparecidas, duas no distrito de Coimbra e cinco em Viseu
  • informação divulgada às 15h30 desta segunda-feira pela
  • ANPC,
  • há ainda a registar 56 feridos
  • 16 dos quais em estado grave
  • deles bombeiro. De registar ainda
  • 23 bombeiros tiveram de ser assistido
  • teatro
  • operações
  • inalação
  • fumo
  • no combate às chamas
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  • A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51 feridos, 15 dos quais em estado grave. Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo.
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  • O número
  • mortes ocorridas devido aos
  • florestais
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  • anunciou esta segunda-feira
  • de
  • indicando
  • que estão desaparecidas
  • nacional
  • Proteção Civil
  • que falava num "briefing" na sede da ANPC no concelho de Oeiras
  • distrito de Lisboa
  • a 36.ª vítima mortal é
  • homem
  • estava hospitalizado
  • Hospital
  • Viseu. De acordo com o presidente do Centro Hospitalar Tondela-Viseu
  • Cílio Correia, trata-se de um homem de 48 anos - que se encontrava com queimaduras em 80% a 90% do corpo e que acabou
  • morrer durante a tarde
  • hoje. A Proteção Civil indicou que há 63 feridos, dos quais 16 graves. Um destes feridos graves é bombeiro
  • há ainda outros 19 bombeiros com
  • ligeiros. Foram ainda assistidas nos locais junto dos incêndios 40 pessoas. A Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou já durante esta segunda-feira a existência de um bebé de um mês entre as vítimas mortais
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  • de domingo

Um bebé entre os 36 Número de mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios nos fogos sobe para 41 - Portugal - Correio da Manhã

  • Um bebé entre os 36 mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios Criança com um mês estava entre os sete desaparecidos. Mais
  • 60
  • 16
  • ocorridas devido aos
  • lavram no
  • aumentou para 36, anunciou esta segunda-feira Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), indicando ainda que estão desaparecidas sete
  • Segundo a adjunta nacional de operações da
  • Patrícia Gaspar, que falava num "briefing"
  • sede da ANPC no concelho
  • Oeiras
  • distrito
  • Lisboa, a 36
  • é um homem que estava hospitalizado no Hospital de Viseu. De acordo com o presidente do Centro Hospitalar Tondela-Viseu
  • Cílio Correia
  • trata-se
  • 48
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  • se encontrava com queimaduras
  • 80%
  • 90% do corpo e
  • acabou
  • morrer durante a tarde
  • hoje
  • A
  • indicou
  • 63
  • 16
  • junto dos
  • 40 pessoas
  • A Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou já durante esta segunda-feira a existência
  • um bebé
  • um mês entre as vítimas mortais. Durante esta
  • estão a
  • Todos os
  • possa
  • Costa fala ao país esta segunda-feira
  • primeiro-ministro, António Costa
  • fala
  • país sobre
  • após
  • incêndios de domingo
  • partir
  • , na residência oficial em São Bento, em Lisboa, afirmou à agência Lusa fonte oficial do executivo
  • Centro de Coordenação Operacional Nacional reúne
  • Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON) vai voltar esta segunda-feira
  • reunir
  • fazer um ponto
  • situação dos incêndios florestais disse à Lusa fonte do Ministério
  • A mesma fonte adianta
  • ministra
  • Administração Interna vai presidir
  • reunião do CCON
  • que vai decorrer
  • 17h00 na Autoridade Nacional
  • Proteção Civil (ANPC)
  • Esta
  • segunda reunião do CCON, depois
  • outra realizada no domingo
  • fim
  • tarde devido
  • .Fazem parte do CCON todas as entidades envolvidas no sistema de proteção civil
  • como
  • GNR
  • PSP
  • Instituto Nacional
  • Emergência Médica
  • Instituto Português do Mar e
  • Atmosfera
  • além
  • outras entidades que cada ocorrência em concreto venha
  • justificar.
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  • . Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face aos incêndios, prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir", na qual se lê que "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia, e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima".
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  • . Incêndios encerram pelo menos vinte agrupamentos de escolas Pelo menos duas dezenas de agrupamentos de escolas estão encerrados, quer em consequência direta das chamas quer por estarem a servir de centros de acolhimento às populações, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação. No norte do país estão encerrados os agrupamentos de escolas de Alijó, Castelo de Paiva, Couto de Mineiro de Pejão (Castelo de Paiva), Moimenta, Monção e Murça. No centro está encerrada a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos e mais o agrupamento de escolas de Vagos. Também foram encerrados os agrupamentos de Carregal do Sal, Fornos de Algodres, Gouveia, Mira, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital e Penacova. Ainda na região centro, estão também encerrados os agrupamentos de escolas de S. Pedro do Sul, Tábua, Tondela (Cândido de Figueiredo e Tomaz Ribeiro), Vieira de Leiria (Marinha Grande), Vouzela e Campia, Henrique Sommer (Maceira, Leiria) e Marinha Grande Nascente. O Ministério da Educação atualiza a informação no portal do Governo na internet ou na página da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
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  • desta segunda-feira.
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  • . CDS pede audiência urgente a Marcelo por causa dos incêndios O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audiência com caráter de urgência ao Presidente da República para abordar a situação dos incêndios do fim de semana, disse à Lusa fonte do partido. Além de analisar os incêndios deste fim de semana, que já vitimaram 36 pessoas, o CDS quer também abordar as conclusões da comissão técnica independente sobre os fogos na região centro, que causaram 64 mortos, acrescentou a mesma fonte. Quatro comboios retidos na Linha da Beira Alta A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta continuava às 12h00 desta segunda-feira suspensa, devido aos incêndios, estando retidos dois comboios em Coimbra, um em Vilar Formoso (Guarda) e outro em Santa Comba Dão (Viseu), informou a CP. Em comunicado, a CP fez o ponto de situação sobre as quatro composições, que transportavam no total cerca de 760 passageiros. 125 incêndios devastam Norte e Centro do País Quase 6.000 homens estavam ao início da manhã no terreno a combater as chamas em todo o país, apoiados por cerca de 1.800 veículos, após um fim-de-semana com seis mortos, casas ardidas e famílias realojadas. Mais de 100 incêndios lavravam ainda no Norte e Centro de Portugal. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), são 22 os incêndios mais importantes e o que mais meios mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã de domingo na freguesia de Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Este incêndio tem duas frentes, os homens no terreno estão apoiados por 192 veículos e o fogo obrigou a ativar os planos distrital de emergência de Coimbra e municipal da Lousã. Governo assina despacho de calamidade pública O primeiro-ministro anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo , para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios. "Foi assinado por mim e pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo, tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular, para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão, assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho e dois dias de descanso por cada um em que estiverem a participar no combate aos incêndios", justificou o primeiro-ministro. Costa assume que "problemas" vão continuar O primeiro-ministro sustentou hoje que não há bombeiros que cheguem num dia com 523 incêndios, como no domingo, e advertiu que não há soluções mágicas para os fogos florestais, admitindo mesmo que os "problemas" vão repetir-se. António Costa assumiu estas posições no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Oeiras, distrito de Lisboa, tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa e afirma que mantém a confiança na ministra . Confrontado com as múltiplas queixas de populações sobre falta de meios no combate aos incêndios florestais no domingo, o líder do executivo reagiu: "Quando se tem 523 incêndios, é evidente que não há bombeiros para acorrerem a todas as situações". Perante a questão se estas tragédias são então uma inevitabilidade em Portugal, António Costa negou. "Não, não é uma inevitabilidade", mas "dias com mais de 500 ocorrências não se registava desde 2006. Este é o 22.º dia com maior número de ocorrências desde o princípio do século. E, portanto, é evidente que não há meios para acorrer a todas as necessidades", justificou. O primeiro-ministro António Costa disse em declarações aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou que o Governo assinou um despacho de "declaração de calamidade pública" a norte do Tejo. O primeiro-ministro afirmou que, a par das mudanças a introduzir na estrutura das florestas, o Governo vai também avançar já com reformas de fundo nos sistemas de prevenção e de combate aos incêndios florestais. SIRESP com falhas Quatro pessoas ficaram também em estado grave num acidente ocorrido na autoestrada A25, em Aveiro, quando fugiam de um fogo, adiantou a responsável. Uma pessoa terá sido também atropelada na A25 quando fugia às chamas. Patrícia Gaspar confirmou que a rede de comunicações de emergência SIRESP regista "falhas em Viseu, Aveiro e Leiria, que estão a ter impactos nas operações". "Têm sido intermitências, as falhas não são generalizadas", especificou. Perante as falhas, a Autoridade Nacional está a mobilizar duas estações de operações móveis, uma para Viseu e outra para Aveiro. Questionada sobre um eventual reforço de meios nas próximas horas, Patrícia Gaspar esclareceu que "todos os meios disponíveis estão empenhados", que não se prevê até ao momento o reforço de mais meios e que apenas poderão ser mobilizados "meios de um fogo para outro".
  • segunda-feira
  • hoje
  • segunda-feira
  • . Falando num "briefing" aos jornalistas pelas 22h00
  • na sede na ANPC
  • Oeiras (distrito
  • Lisboa),
  • confirmou
  • ideia transmitida anteriormente de ser este "o pior dia
  • ano" em termos
  • incêndios, com 443 incêndios florestais, desde as 00:00.
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  • . Chamas obrigam ao corte de estradas Vinte e cinco estradas das regiões do Norte e Centro estavam cerca das 07:00 de segunda-feira cortadas ao trânsito na sequência dos incêndios que estão a afetar aquelas zonas do país, segundo a Infraestruturas de Portugal (IP). De acordo com informação disponível na página da Internet da Infraestruturas de Portugal, às 06:54 estavam cortadas 25 estradas nacionais (EN), municipais (EM), Itinerários Principais (IP)e itinerários complementares (IC). Na região Centro, estão cortadas a EN 238 devido ao incêndio do Cruz do Fundão até EN350 e entre os quilómetros 40 e 48, na localidade de Maxial, concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco. Segundo a IP, está também cortada a EN17 em ambos os sentidos devido a um incêndio ao quilómetros 81 em Póvoas das Quartas -- Lagos da Beira, concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra. A EN 17 está também cortada devido a incêndio em Folhadosa, concelho de Seia, distrito da Guarda. Também na região Centro, estão cortadas a EN entre os quilómetros 85 e 100 em Pedrógão Pequeno, concelho da Sertã (Castelo Branco), a EN232 entre Gouveia e Manteigas, na Guarda, a EN 242-2 entre a Marinha Grande e São Pedro do Moel, distrito de Leiria, e a EN 242-1 na Marinha Grande (Leiria). Na região Centro estão também cortadas devido a incêndios, a ENl 339 no Sabugueiro, concelho de Seia, distrito da Guarda, a EN 231 em Paranhos da Beira, em Seia, Guarda, e a EN 112 ao quilómetro 80 na localidade de Salgueiro do Campo, no distrito de Castelo Branco. A A13 está cortada na zona de Condeixa, a EN109 na localidade de Carriço, concelho Pombal, a EN8 em Gradil, concelho de Mafra, distrito de Lisboa, e o IC8 na localidade de Carvalhal -- Sertã, distrito de Castelo Branco. Na região Norte, também devido aos incêndios, estão cortadas a EN202 aos quilómetros 03 e 05 na zona de Trovisco-Bela-Barbeita , concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo , a N235 em Mamodeiro, distrito de Aveiro, a A32 em Canedo, concelho de Santa Maria da Feira (Aveiro) e a A25 no nó de Reigoso e ao quilómetro 53 (área de serviço de Vouzela). A A24 está cortada em Vil de Souto, concelho de Viseu, e o IP5 também entre Vil de Souto e Ventosa (Viseu). Segundo o IP, a A17 está cortada devido a incêndio na Marinha Grande, Leiria, a N233 em Adão, na Guarda, a N333 em Paços Vilharigues - Vouzela, a N16 em Almeidinha, Granja, na Guarda, e a N234 em Moimenta de Maceira Dâo, concelho de Mangualde (Viseu)
  • Número
  • mortos nos fogos sobe para 41 Chamas fizeram ainda 70
  • 15 dos quais
  • causadas pelos
  • assolaram o
  • chegou às 41
  • A
  • atualizou
  • tarde desta terça-feira o número
  • vítimas mortais
  • acrescentando quatro às 37 já conhecidas. Seis dos sete desaparecidos foram encontrados com vida e
  • boa saúde. Permanece uma pessoa desaparecida na zona de Coimbra. A 37
  • divulgada antes da atualização para 41 mortos
  • foi confirmada esta terça-feira. Trata-se
  • 83
  • ,
  • vivia
  • Lugar de Covelo, em Ventosa, Vouzela. Durante
  • tarde de segunda-feira, circularam informações de
  • uma das vítimas do fogo se trataria de um bebé de um mês, mas informação acabaram
  • se revelar infundadas. Não consta nenhum bebé na lista
  • vítimas do incêndio divulgada esta terça-feira
  • Já na manhã desta terça-feira, a
  • tinha indicado
  • pelo menos 70
  • 15 são
  • outras 40 pessoas,
  • onde lavraram os
  • Imagens
  • drone mostram destruição causada pelo fogo em Tondela No combate aos fogos
  • puderam
  • Os
  • ainda
  • possa
  • Ministério Público abre inquéritos
  • Ministério Público instaurou inquéritos autónomos nos Departamentos de Investigação e Ação Penal (DIAP) das comarcas onde ocorreram os incêndios registados desde domingo
  • disse
  • à agência Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR). "Na sequência das comunicações recebidas até
  • momento, foram instaurados inquéritos nos DIAP das comarcas onde ocorreram os incêndios", refere uma resposta escrita enviada pela PGR. "Assim, foram instaurados inquéritos autónomos por referência aos vários incêndios e respetivas consequências, sendo que o Ministério Público continua a acompanhar
  • , com vista a desencadear todos
  • procedimentos legalmente previstos que se mostrem adequados. Nas investigações, o Ministério Público é coadjuvado pela Polícia Judiciária"
  • acrescenta
  • PGR Costa Segura ministra António Costa fez uma declaração ao País por volta
  • desta sexta-feira
  • primeiro-ministro expressou
  • sua "solidariedade" e "luto nacional"
  • com as famílias afetadas pela tragédia. Mas foi evasivo sobre as responsabilidades
  • ministra
  • e do Governo numa tragédia que acontece quatro meses depois das 64 mortes de Pedrógão Grande
  • António Costa sublinhou que este "é tempo de acção, não de demissões" e apontou que as soluções
  • constam do relatório sobre Pedrógão Grande são para ser cumpridas, sublinhando
  • importância
  • reforma florestal que o governo quer implementar. PSD fala de "insulto
  • inteligência". Hugo Soares
  • reagiu
  • declarações do chefe do Governo ao início da noite acusando António Costa
  • ter perdido a "oportunidade de pedir desculpas" aos portugueses e salientou que muitos portugueses pagaram com as "próprias vidas" aquilo que considerou ser o "falhanço do Estado"
  • "A declaração de hoje [segunda-feira] do senhor primeiro-ministro
  • um insulto à inteligência mas sobretudo ao sofrimento de todos os portugueses. O senhor primeiro-ministro perdeu uma oportunidade de assumir
  • responsabilidade politica e perdeu uma oportunidade
  • pedir desculpas (...) perdeu
  • oportunidade de assumir a responsabilidade política que é sua enquanto chefe de Governo", afirmou Hugo Soares. Marcelo fala
  • país após estabilização dos fogos O Presidente
  • República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face
  • prometendo falar ao país após
  • estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet
  • intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir"
  • na qual se lê que "o chefe
  • Estado espera a rápida estabilização dos fogos
  • o balanço
  • tragédia
  • e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo
  • Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando
  • agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima".
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  • . A decisão de manter o alerta
  • ativado no domingo
  • foi tomada mesmo tendo
  • consideração a previsão de chuva para o resto do dia
  • hoje e para terça-feira.
  • indicou que chegam ainda esta segunda-feira
  • Portugal dois Canadair italianos, no âmbito
  • pedido
  • ajuda feito pelo país.
  • com
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  • País

Número de mortos nos fogos sobe para 41 já é de 42 - Portugal - Correio da Manhã

  • sobe para 41
  • 15
  • 41
  • A
  • atualizou
  • tarde desta
  • o número de
  • acrescentando quatro às 37 já conhecidas
  • Permanece uma pessoa desaparecida na zona
  • Coimbra
  • A 37
  • , divulgada antes da atualização para 41 mortos, foi confirmada esta terça-feira. Trata-se de um homem de 83 anos, que vivia em Lugar de Covelo, em Ventosa, Vouzela
  • desta
  • Costa Segura ministra António Costa fez uma declaração ao País por volta das 20h00 desta sexta-feira. O primeiro-ministro expressou a sua "solidariedade" e "luto nacional" para com as famílias afetadas pela tragédia. Mas foi evasivo sobre as responsabilidades da ministra da Administração Interna e do Governo numa tragédia que acontece quatro meses depois das 64 mortes de Pedrógão Grande. António Costa sublinhou que este "é tempo de acção, não de demissões" e apontou que as soluções que constam do relatório sobre Pedrógão Grande são para ser cumpridas, sublinhando a importância da reforma florestal que o governo quer implementar. PSD fala de "insulto à inteligência". Hugo Soares, reagiu às declarações do chefe do Governo ao início da noite acusando António Costa de ter perdido a "oportunidade de pedir desculpas" aos portugueses e salientou que muitos portugueses pagaram com as "próprias vidas" aquilo que considerou ser o "falhanço do Estado". "A declaração de hoje [segunda-feira] do senhor primeiro-ministro é um insulto à inteligência mas sobretudo ao sofrimento de todos os portugueses. O senhor primeiro-ministro perdeu uma oportunidade de assumir a responsabilidade politica e perdeu uma oportunidade de pedir desculpas (...) perdeu uma oportunidade de assumir a responsabilidade política que é sua enquanto chefe de Governo", afirmou Hugo Soares. Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face aos incêndios, prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir", na qual se lê que "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia, e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima". Mais de uma centena de famílias desalojadas em Oliveira do Hospital Mais de uma centena de pessoas ficaram desalojadas no concelho de Oliveira do Hospital por causa dos incêndios de domingo e desta segunda-feira, disse à agência Lusa o presidente da Câmara daquela cidade, José Carlos Alexandrino. "Mais de uma centena de famílias ficaram desalojadas" porque as suas casas, que são, em regra, habitações em permanência, foram atingidas pelas chamas, muitas das quais "ficaram completamente destruídas", disse o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital. O fogo, que, de acordo com o autarca, provocou oito mortes no concelho - número que admite possa ser ainda mais elevado - , também destruiu diversas empresas, designadamente no parque industrial de Oliveira do Hospital, que representam, no seu conjunto, "cerca de 400 postos de trabalho". José Carlos Alexandrino descreve os incêndios neste município do interior do distrito de Coimbra como "uma enorme bola de fogo", formada por três fogos, que "varreu todo o concelho, ameaçando os seus 84 núcleos" e devastando parte de muitos dos aglomerados populacionais.
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  • Ministra da Administração Interna diz que "não é o momento para a demissão" Constança Urbano de Sousa voltou a reforçar que não se vai demitir esta segunda-feira, depois da Proteção Civil revelar que pelo menos 37 pessoas morreram nos incêndios que devastam o País. "Para mim seria mais fácil, pessoalmente, ir-me embora e ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões", afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo. "Não é na altura mais difícil que as pessoas abandonam o barco. A demissão seria o mais fácil, mas agora não é o momento para a demissão. É o momento para a ação", assegura.
  • e provocaram pelo menos 36 mortos
  • já é de 42 Um dos feridos graves na tragédia não resistiu.
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  • , depois de um dos feridos graves de Carregal do Sal ter morrido no hospital
  • No último balanço feito pela
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  • à noite, estavam confirmadas 41
  • . Foi encontrado o corpo de uma idosa na manhã desta quarta-feira
  • em Vouzela, e chegou a pensar-se que seria mais uma vítima das chamas mas, ao que o CM apurou, trata-se de uma mulher que estava desaparecida há um ano e meio e que não morreu devido ao fogo
  • O último desaparecido,
  • Pampilhosa da Serra, foi encontrado morto na terça-feira
  • Foi a 41
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Correio da Manhã Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios - Portugal - Correio da Manhã

  • Há 88
  • ativos, 13 dos quais estão a preocupar as autoridades
  • hoje
  • atualização
  • Treze
  • preocupam e já fizeram 23 feridos. Várias habitações arderam e mais de 15 povoações foram evacuadas. A1 cortada entre Mealhada e Albergaria
  • este domingo
  • Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Várias habitações arderam e mais de 15 povoações foram evacuadas devido aos incêndios de Monção, Seia e Lousã, segundo informação da adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar, pelas 17h30. Num "briefing" à comunicação social por essa hora, a responsável da ANPC indicou ainda que arderam habitações em Monção (em Velhas, São Paio e Barbeita), em Vale de Cambrã ardeu um jardim de infância (Pintalhos) e na Lousã "várias habitações foram afetadas". A adjunta de operações nacional da ANPC indicou aos jornalistas mais de 15 povoações tiveram de ser evacuadas devido aos fogos.
  • Fogos provocaram 23 feridos ligeiros, 17 são bombeiros Os incêndios do dia de hoje provocaram ferimentos leves a 23 pessoas, das quais 17 bombeiros e seis civis, disse este domingo a adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar. "Temos 17 bombeiros feridos leves, dos quais quatro sofreram queimaduras na Sertã, e seis civis feridos sem gravidade. A maior parte dos ferimentos prendeu-se com inalação de fumos, por parte dos operacionais, sobretudo", disse Patrícia Gaspar. Segundo Patrícia Gaspar, que por essa hora fez um ponto de situação dos incêndios no país, disse que estavam ainda 88 fogos ativos por todo o país, além de 84 outras ocorrências (de vigilância e rescaldo), estando ativos "todos os meios disponíveis no país". Chamas obrigam ao corte de estradas Mais de 20 estradas estão cortadas devido a incêndios, entre autoestradas (A1, A11 e A25), estradas nacionais, estradas municipais, itinerários principais (IP3 e IP6) e itinerários complementares, segundo a informação recolhida pela Lusa. Pelas 18:30, fonte da Guarda Nacional Republicana já tinha avançado que existiam mais de 15 estradas cortadas, sobretudo, no norte e no centro do país, salientando que não excluía a existência de mais vias fechadas à circulação devido a incêndios. Cruzando os dados disponibilizados pela GNR e os que constam no Portal das Estradas da Infraestruturas de Portugal, ao nível de autoestradas, além da A1, também há um corte total da A11 (em Figueiredo e Silvares, distrito de Braga) e da A25 (Aveiro).
  • termos de estradas nacionais (EN), estão cortadas no distrito de Castelo Branco a EN 238 (Maxial da Estrada, Sertã, Castelo Branco), a EN 353 (Idanha-a-nova, Castelo Branco), a EN 350 (Pedrógão Pequeno, Sertã, Castelo Branco) e a EN 238 (Cruz do Fundão, Sertã, Castelo Branco). No distrito de Coimbra, está fechada a EN 17 (Lagos da Beira, Oliveira do Hospital, Coimbra). A mesma EN 17 está também cortada em Folhadosa, Seia, Guarda. Na Guarda há igualmente registo do corte da EN 232 (entre Gouveia e Manteigas). Em Viana do Castelo, está encerrada a EN 202 (entre Trovisco e Bela e entre Barbeita e Monção). No distrito de Viseu, está cortada a EN 553 (Feirão, Resende, Viseu). Já no distrito de Aveiro, também estão cortadas devido a incêndio a EN 235 (Palhaça) e a N109 (Vagos). Quanto aos itinerários principais, há um corte do IP6 - Itinerário Principal da Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 - Itinerário Principal da Beira Litoral (Penacova). Também está cortado o Itinerário Complementar (IC) 9 (Carregueiros, Tomar, Santarém). Depois, há uma série de estradas municipais (EM) cortadas: EM 1232 (Prilhão, Lousã, Coimbra), EM 522 (Póvoa de Serpins, Lousã, Coimbra), EM 1087 (Feirão, Resende, Viseu), EM 553-1 (Panchorra, Resende, Viseu), e a EM 1154 (Soutelo, Castro Daire, Viseu). Há ainda alguns arruamentos em que a circulação automóvel foi cortada, como em Alcobaça (Leiria) e na Ericeira (Mafra). Ministra da Administração Interna preside à reunião extraordinária na ANPC A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, preside à reunião extraordinária do Centro de Cooperação Operacional Nacional (CCON), a decorrer ao final da tarde deste domingo na Autoridade Nacional de Proteção Civil. Fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) disse à agência Lusa que a reunião extraordinária foi convocada devido aos incêndios que estão a lavrar no país. Fazem parte do CCON os agentes de proteção civil, como a GNR, PSP, Instituto Nacional de Emergência Médica e Instituto Português do Mar e da Atmosfera, além de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar.
  • A1 cortada entre Mealhada e Albergaria
  • Mais de 20 estradas estão cortadas

Portugal vive o Um bebé entre os 35 mortos no inferno do "pior dia do ano" em de incêndios - Portugal - Correio da Manhã

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  • Estremadura e Beira Baixa (Olho Marinho) e do IP3 - Itinerário Principal
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  • Coimbra)
  • EM 522 (Póvoa
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  • EM 1087 (Feirão
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  • Castro Daire
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  • Alcobaça (Leiria) e na Ericeira (Mafra). Ministra da Administração Interna preside à reunião extraordinária na ANPC A ministra da Administração Interna
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  • Autoridade Nacional de Proteção Civil. Fonte do Ministério da Administração Interna (MAI) disse à agência Lusa que
  • reunião extraordinária foi convocada devido aos incêndios que estão
  • lavrar no país. Fazem parte do CCON os agentes de proteção civil
  • como
  • GNR
  • PSP
  • Instituto Nacional
  • Emergência Médica e Instituto Português do Mar e da Atmosfera
  • além
  • outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar
  • Um bebé entre os 35 mortos no inferno do
  • de
  • Criança com um mês estava entre os sete desaparecidos. Mais de 50
  • , 16 em estado grave
  • Incêndio da Lousã chegou a Penacova
  • matou duas pessoas Pelo menos 35 pessoas morreram nos
  • 500 incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia do ano no que diz respeito a fogos florestais
  • confirmou a existência de 35 vítimas mortais, entre as quais um bebé de um mês, na tarde desta segunda-feira. Estão ainda sete pessoas desaparecidas, duas no distrito de Coimbra e cinco em Viseu. Segundo a informação divulgada às 15h30 desta segunda-feira pela adjunta de operações da ANPC,
  • , há ainda a registar 56 feridos, 16 dos quais em estado grave, um deles bombeiro. De registar ainda
  • 23 bombeiros tiveram de ser assistido no teatro
  • operações
  • por inalação de fumo e ferimentos no combate às chamas
  • Durante esta segunda-feira, apenas dois meios aéreos estão a ser utilizados devido às más condições atmosféricas. Todos os números são provisórios
  • admite-se que o número
  • mortos possa ainda aumentar. Costa fala ao país esta segunda-feira O primeiro-ministro, António Costa, fala esta segunda-feira ao país sobre a situação após os
  • domingo, a partir das 20:00, na residência oficial em São Bento
  • em Lisboa
  • afirmou à agência Lusa fonte oficial do executivo. Centro de Coordenação Operacional Nacional reúne O Centro
  • Coordenação Operacional Nacional (CCON) vai voltar esta segunda-feira a reunir para fazer um ponto
  • situação dos incêndios florestais disse à Lusa fonte do Ministério da Administração Interna. A mesma fonte adianta que a ministra da Administração Interna vai presidir à reunião do CCON, que vai decorrer às 17h00 na
  • de
  • . Esta é a segunda reunião do CCON
  • depois de uma outra realizada no domingo ao fim da tarde devido aos incêndios.Fazem parte do CCON todas as entidades envolvidas no sistema de proteção civil
  • como
  • GNR, PSP
  • Instituto Nacional de Emergência Médica
  • Instituto Português do Mar e da Atmosfera
  • além de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar. Mais de uma centena de famílias desalojadas
  • Oliveira do Hospital Mais
  • uma centena
  • pessoas ficaram desalojadas no concelho de Oliveira do Hospital por causa dos incêndios de domingo
  • desta segunda-feira, disse à agência Lusa o presidente da Câmara daquela cidade, José Carlos Alexandrino. "Mais de uma centena de famílias ficaram desalojadas" porque as suas casas, que são, em regra,
  • em permanência,
  • atingidas pelas chamas, muitas das quais "ficaram completamente destruídas", disse o presidente
  • Câmara
  • Oliveira do Hospital. O fogo, que,
  • acordo com o autarca, provocou oito mortes no concelho -- número que admite possa
  • ainda mais elevado -- , também destruiu diversas empresas, designadamente no parque industrial de Oliveira do Hospital, que representam, no seu conjunto, "cerca de 400 postos de trabalho". José Carlos Alexandrino descreve
  • neste município do interior do distrito de Coimbra como "uma enorme bola de fogo", formada por três fogos
  • que "varreu todo o concelho
  • ameaçando os seus 84 núcleos" e devastando parte de muitos dos aglomerados populacionais. Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face
  • incêndios
  • prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos
  • se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada
  • portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente
  • República reafirma urgência de agir", na qual se lê
  • "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia
  • e falará depois ao país". Segundo a mesma nota
  • Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima". Mais de 90 mortes em incêndios em quatro meses Mais de 90 pessoas morreram nos últimos quatro meses nos
  • florestais em Portugal, que no final
  • setembro tinham destruído mais de 215 mil hectares, equivalente ao território da Área Metropolitana do Porto. Depois de um verão com temperaturas elevadas e muito pouca chuva
  • Portugal chegou a outubro com mais de 80% do território continental em seca severa, segundo o último Boletim Climatológico do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O IPMA, aliás, classificou o mês de setembro
  • o
  • quente dos últimos 87 anos. As condições meteorológicas excecionais fizeram o Governo prolongar este ano até final de outubro o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, que prevê a proibição
  • lançar foguetes e fazer queimadas e fogueiras nos espaços florestais
  • por causa das condições meteorológicas. Foram também estas condições excecionais que ajudaram a dificultar
  • combate às chamas este ano, agravando as consequências como nunca na história do país, com um balanço negro superior a 90 mortos (64 em junho e pelo menos 31 este fim
  • semana) e a 250 feridos. E estas consequências inéditas
  • designadamente as dos incêndios na Região Centro, levaram mesmo a oposição a exigir que
  • primeiro-ministro, António Costa, assumisse consequências políticas da tragédia e a pedir a demissão da ministra da Administração Interna, Constança Urbano
  • Sousa. De lá até hoje, houve poucas mudanças na Proteção Civil: demitiu-se o assessor
  • comunicação
  • Fausto Coutinho
  • em julho. O comandante nacional
  • Proteção
  • , Rui Esteves, também saiu, mas por se ter tornado pública a informação de
  • fez a licenciatura com recurso a equivalências. Incêndios encerram pelo menos vinte agrupamentos de escolas Pelo menos duas dezenas de agrupamentos de escolas estão encerrados, quer em consequência direta das chamas quer por estarem a servir de centros de acolhimento às populações, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação. No norte do país estão encerrados
  • agrupamentos de escolas de Alijó, Castelo de Paiva, Couto de Mineiro de Pejão (Castelo de Paiva), Moimenta, Monção e Murça. No centro está encerrada a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos e mais
  • agrupamento de escolas de Vagos. Também foram encerrados os agrupamentos de Carregal do Sal, Fornos de Algodres, Gouveia, Mira, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital e Penacova. Ainda na região centro,
  • também encerrados os agrupamentos de escolas de S. Pedro do Sul, Tábua, Tondela (Cândido de Figueiredo e Tomaz Ribeiro), Vieira de Leiria (Marinha Grande), Vouzela e Campia, Henrique Sommer (Maceira, Leiria) e Marinha Grande Nascente. O Ministério da Educação atualiza a informação
  • portal
  • Governo na internet ou na página da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. Ministra da Administração Interna diz que "não é o momento para a demissão" Constança Urbano
  • Sousa voltou
  • reforçar que não se vai demitir esta segunda-feira, depois da Proteção Civil revelar que pelo menos 32
  • morreram nos incêndios que devastam o País. "Para mim seria mais fácil
  • pessoalmente, ir-me embora
  • ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões", afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo. "Não é na altura mais difícil que as pessoas abandonam o barco. A demissão seria o mais fácil
  • mas agora não é o momento para a demissão. É o momento para a ação", assegura. Mais de 500 ignições no
  • é número inaceitável Os incêndios que deflagraram no domingo e provocaram pelo menos 32 mortos tiveram na origem "muita negligência" , afirmou esta segunda-feira
  • , que considerou inaceitável o número de 523 ignições.
  • afirmou que o número de mortos é provisório e que há zonas onde os meios de socorro ainda não conseguiram chegar, pelo que pode aumentar. Entre as vítimas mortais estão pessoas que foram encontradas na via pública e pelo menos duas, em Penacova, foram encontradas dentro de um barracão de uso agrícola. A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51
  • 15
  • em estado grave. Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo. Patrícia Gaspar reforçou que o número de ignições no domingo "é inaceitável", salientando que "era preciso cuidado", uma vez que todo o continente estava em alerta vermelho de risco de incêndio, uma condição que se manterá até às 20h00 desta segunda-feira. "Era difícil pedir mais a este dispositivo"
  • considerou, lembrando que os meios em prontidão são mais reduzidos do que em relação à fase mais crítica do verão. Ardeu 80% do Pinhal de Leiria O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, Paulo Vicente, estimou hoje que cerca de 80% do Pinhal de Leiria tenha sido consumido pelas chamas, depois de ter alertado para a falta de limpeza desta mata. Contactado pela agência Lusa, o autarca retratou que "cerca de 80% da manta verde do Pinhal de Leiria já ardeu"
  • alertou para "todas as consequências que isso acarreta". Paulo Vicente referiu que se vive um "cenário devastador e dantesco" no concelho. CDS pede audiência urgente a Marcelo por causa
  • incêndios O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audiência
  • caráter de urgência ao Presidente da República para abordar a situação dos incêndios do fim
  • semana
  • disse à Lusa fonte do partido. Além de analisar os incêndios deste fim de semana
  • que já vitimaram 32 pessoas
  • o CDS quer também abordar as conclusões da comissão técnica independente sobre os fogos na região centro
  • causaram 64 mortos, acrescentou a mesma fonte. Quatro comboios retidos na Linha da Beira Alta A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta continuava às 12h00 desta segunda-feira suspensa, devido aos incêndios, estando retidos dois comboios em Coimbra,
  • em Vilar Formoso (Guarda) e outro em Santa Comba Dão (Viseu), informou a CP. Em comunicado, a CP fez o
  • sobre as quatro composições
  • transportavam no total cerca de 760 passageiros. 125 incêndios devastam Norte e Centro do País Quase 6.000 homens
  • ao início da manhã no terreno a combater as chamas em
  • apoiados por cerca de 1.800 veículos, após um fim-de-semana com seis mortos, casas ardidas e famílias realojadas. Mais
  • 100 incêndios lavravam ainda no Norte
  • Centro de Portugal. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC)
  • são 22
  • incêndios mais importantes e o que mais
  • mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã
  • domingo na freguesia
  • Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Este incêndio tem duas frentes, os homens no terreno
  • apoiados por 192 veículos e o fogo obrigou
  • ativar os planos distrital de emergência de Coimbra e municipal da Lousã. Governo assina despacho de calamidade pública O primeiro-ministro anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública
  • abrangendo todos os distritos a norte do Tejo , para assegurar a mobilização de mais meios
  • principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios. "Foi assinado por mim
  • pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo
  • tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular
  • para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão
  • assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho
  • dois dias de descanso por cada um em que estiverem
  • participar no combate aos incêndios"
  • justificou o primeiro-ministro. Costa assume que "problemas" vão continuar O primeiro-ministro sustentou hoje que não há bombeiros que cheguem num dia com 523 incêndios, como no domingo, e advertiu que não há soluções mágicas para os fogos florestais, admitindo mesmo que os "problemas" vão repetir-se. António Costa assumiu estas posições no Comando Nacional de Operações de Socorro
  • Autoridade
  • de Proteção Civil, em Oeiras, distrito
  • Lisboa
  • tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna
  • Constança Urbano de Sousa
  • afirma que mantém a confiança na ministra . Confrontado com as múltiplas queixas de populações sobre falta de meios no combate aos incêndios florestais
  • domingo, o líder
  • executivo reagiu: "Quando se tem 523 incêndios
  • é evidente
  • há bombeiros para acorrerem
  • todas as situações". Perante a questão se estas tragédias são então uma inevitabilidade em Portugal, António Costa negou. "Não, não é uma inevitabilidade", mas "dias com mais de 500 ocorrências não se registava desde 2006. Este é o 22.º dia com maior número
  • ocorrências desde o princípio do século. E, portanto, é evidente que não há meios para acorrer
  • todas as necessidades", justificou. O primeiro-ministro António Costa disse em declarações aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou que o Governo assinou um despacho de "declaração de calamidade pública" a norte do Tejo. O primeiro-ministro afirmou que, a par das mudanças a introduzir na estrutura das florestas, o Governo vai também avançar já com reformas de fundo nos sistemas de prevenção e de combate aos
  • florestais. SIRESP com falhas Quatro pessoas ficaram também em estado grave num acidente ocorrido na autoestrada A25, em Aveiro, quando fugiam de um fogo, adiantou a responsável. Uma pessoa terá sido também atropelada na A25 quando fugia às chamas. Patrícia Gaspar confirmou que a rede de comunicações de emergência SIRESP regista "falhas em Viseu, Aveiro e Leiria, que estão a ter impactos nas operações". "Têm sido intermitências, as falhas não são generalizadas", especificou. Perante as falhas, a Autoridade Nacional está a mobilizar duas estações de operações móveis, uma para Viseu e outra para Aveiro. Questionada sobre um eventual reforço de meios nas próximas horas, Patrícia Gaspar esclareceu que "todos
  • meios disponíveis estão empenhados", que não se prevê até ao momento o reforço de mais meios
  • que apenas poderão ser mobilizados "meios de um fogo para outro". Alerta vermelho mantém-se até às 20h00 de segunda-feira A adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar afirmou hoje
  • o alerta vermelho vai manter-se até às 20h00 de segunda-feira, apesar
  • previsões de chuva. Falando num "briefing" aos jornalistas pelas 22h00, na sede na ANPC, em Oeiras (distrito
  • Lisboa)
  • Patrícia Gaspar confirmou a ideia transmitida anteriormente
  • ser este "o pior dia do ano" em termos de incêndios, com 443 incêndios florestais
  • desde as 00:00. Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Várias habitações arderam e várias povoações foram evacuadas devido aos incêndios de Monção, Seia e Lousã, segundo informação
  • adjunta de operações nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar
  • pelas 17h30. Portugal vive o "pior dia do ano" em incêndios Num "briefing" à comunicação social por essa hora, a responsável
  • ANPC indicou ainda que arderam habitações em Monção
  • Velhas, São Paio
  • Barbeita)
  • em Vale
  • Cambrã ardeu um jardim de infância (Pintalhos)
  • na Lousã "várias habitações foram afetadas". A porta-voz
  • Porteção Civil refere que todos os meios que o páis dispõe
  • terreno. Chamas obrigam ao corte
  • estradas Vinte e cinco estradas das regiões do Norte e Centro estavam cerca das 07:00 de segunda-feira cortadas ao trânsito na sequência dos incêndios que estão
  • afetar aquelas zonas do país
  • segundo
  • Infraestruturas de Portugal (IP). De acordo com informação disponível na página da Internet da Infraestruturas de Portugal
  • às 06:54 estavam cortadas 25 estradas nacionais (EN)
  • municipais (EM)
  • Itinerários Principais (IP)e itinerários complementares (IC). Na região Centro
  • estão cortadas
  • devido ao incêndio do Cruz
  • até EN350 e entre os quilómetros 40 e 48
  • na localidade de Maxial, concelho da
  • Castelo Branco. Segundo a IP
  • também cortada
  • EN17 em ambos os sentidos devido a um incêndio ao quilómetros 81 em Póvoas das Quartas -- Lagos
  • concelho de
  • distrito de Coimbra.
  • devido a incêndio
  • concelho de
  • distrito da
  • . Também na região Centro, estão cortadas a EN entre os quilómetros 85 e 100 em Pedrógão Pequeno, concelho
  • Sertã (Castelo Branco), a EN232 entre
  • Manteigas, na Guarda
  • 242-2
  • a Marinha Grande
  • São Pedro do Moel,
  • Leiria
  • e
  • 242-1 na Marinha Grande (Leiria). Na região Centro estão
  • incêndios,
  • ENl 339 no Sabugueiro, concelho de Seia
  • distrito
  • Guarda, a EN 231 em Paranhos
  • em Seia
  • Guarda
  • e a EN 112 ao quilómetro 80 na localidade
  • Salgueiro do Campo
  • no distrito de Castelo Branco. A A13 está cortada na zona de Condeixa
  • a EN109 na localidade
  • Carriço
  • concelho Pombal
  • a EN8 em Gradil
  • concelho de Mafra
  • distrito de Lisboa
  • e o IC8 na localidade de Carvalhal -- Sertã
  • distrito de Castelo Branco. Na região Norte
  • também devido aos incêndios
  • estão cortadas a EN202 aos quilómetros 03 e 05 na zona de Trovisco-Bela-Barbeita , concelho de Monção
  • distrito de Viana do Castelo ,
  • N235 em Mamodeiro
  • distrito de Aveiro
  • a A32
  • Canedo, concelho de Santa Maria da Feira (Aveiro) e
  • A25 no nó de Reigoso e ao quilómetro 53 (área de serviço de Vouzela). A A24 está
  • Vil de Souto
  • concelho
  • Viseu
  • e o IP5 também entre Vil
  • Souto e Ventosa (Viseu). Segundo o IP
  • A17 está cortada devido a incêndio
  • Marinha Grande, Leiria,
  • N233 em Adão, na Guarda,
  • N333 em Paços Vilharigues - Vouzela
  • N16 em Almeidinha
  • Granja
  • na Guarda, e a N234 em Moimenta
  • Maceira Dâo
  • concelho
  • Mangualde (Viseu)

Um bebé entre os 35 36 mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios - Portugal - Correio da Manhã

  • 35
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  • Pelo menos 35 pessoas morreram nos mais
  • 500
  • deflagraram
  • o pior dia do ano no que diz respeito a fogos florestais. A
  • da
  • confirmou a existência de 35 vítimas mortais
  • entre as quais um bebé de um mês, na tarde desta segunda-feira. Estão
  • desaparecidas, duas no distrito de Coimbra e cinco em Viseu
  • informação divulgada às 15h30 desta segunda-feira pela
  • ANPC,
  • há ainda a registar 56 feridos
  • 16 dos quais em estado grave
  • deles bombeiro. De registar ainda
  • 23 bombeiros tiveram de ser assistido
  • teatro
  • operações
  • inalação
  • fumo
  • no combate às chamas
  • 20:00
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  • A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51 feridos, 15 dos quais em estado grave. Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo.
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  • O número
  • mortes ocorridas devido aos
  • florestais
  • lavram
  • país desde
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  • anunciou esta segunda-feira
  • de
  • indicando
  • que estão desaparecidas
  • nacional
  • Proteção Civil
  • que falava num "briefing" na sede da ANPC no concelho de Oeiras
  • distrito de Lisboa
  • a 36.ª vítima mortal é
  • homem
  • estava hospitalizado
  • Hospital
  • Viseu. De acordo com o presidente do Centro Hospitalar Tondela-Viseu
  • Cílio Correia, trata-se de um homem de 48 anos - que se encontrava com queimaduras em 80% a 90% do corpo e que acabou
  • morrer durante a tarde
  • hoje. A Proteção Civil indicou que há 63 feridos, dos quais 16 graves. Um destes feridos graves é bombeiro
  • há ainda outros 19 bombeiros com
  • ligeiros. Foram ainda assistidas nos locais junto dos incêndios 40 pessoas. A Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou já durante esta segunda-feira a existência de um bebé de um mês entre as vítimas mortais
  • 20h00
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  • de domingo

Um bebé entre os 36 Número de mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios nos fogos sobe para 41 - Portugal - Correio da Manhã

  • Um bebé entre os 36 mortos no inferno do "pior dia do ano" de incêndios Criança com um mês estava entre os sete desaparecidos. Mais
  • 60
  • 16
  • ocorridas devido aos
  • lavram no
  • aumentou para 36, anunciou esta segunda-feira Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), indicando ainda que estão desaparecidas sete
  • Segundo a adjunta nacional de operações da
  • Patrícia Gaspar, que falava num "briefing"
  • sede da ANPC no concelho
  • Oeiras
  • distrito
  • Lisboa, a 36
  • é um homem que estava hospitalizado no Hospital de Viseu. De acordo com o presidente do Centro Hospitalar Tondela-Viseu
  • Cílio Correia
  • trata-se
  • 48
  • -
  • se encontrava com queimaduras
  • 80%
  • 90% do corpo e
  • acabou
  • morrer durante a tarde
  • hoje
  • A
  • indicou
  • 63
  • 16
  • junto dos
  • 40 pessoas
  • A Autoridade Nacional da Proteção Civil confirmou já durante esta segunda-feira a existência
  • um bebé
  • um mês entre as vítimas mortais. Durante esta
  • estão a
  • Todos os
  • possa
  • Costa fala ao país esta segunda-feira
  • primeiro-ministro, António Costa
  • fala
  • país sobre
  • após
  • incêndios de domingo
  • partir
  • , na residência oficial em São Bento, em Lisboa, afirmou à agência Lusa fonte oficial do executivo
  • Centro de Coordenação Operacional Nacional reúne
  • Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON) vai voltar esta segunda-feira
  • reunir
  • fazer um ponto
  • situação dos incêndios florestais disse à Lusa fonte do Ministério
  • A mesma fonte adianta
  • ministra
  • Administração Interna vai presidir
  • reunião do CCON
  • que vai decorrer
  • 17h00 na Autoridade Nacional
  • Proteção Civil (ANPC)
  • Esta
  • segunda reunião do CCON, depois
  • outra realizada no domingo
  • fim
  • tarde devido
  • .Fazem parte do CCON todas as entidades envolvidas no sistema de proteção civil
  • como
  • GNR
  • PSP
  • Instituto Nacional
  • Emergência Médica
  • Instituto Português do Mar e
  • Atmosfera
  • além
  • outras entidades que cada ocorrência em concreto venha
  • justificar.
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  • . Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face aos incêndios, prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir", na qual se lê que "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia, e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima".
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  • . Incêndios encerram pelo menos vinte agrupamentos de escolas Pelo menos duas dezenas de agrupamentos de escolas estão encerrados, quer em consequência direta das chamas quer por estarem a servir de centros de acolhimento às populações, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação. No norte do país estão encerrados os agrupamentos de escolas de Alijó, Castelo de Paiva, Couto de Mineiro de Pejão (Castelo de Paiva), Moimenta, Monção e Murça. No centro está encerrada a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos e mais o agrupamento de escolas de Vagos. Também foram encerrados os agrupamentos de Carregal do Sal, Fornos de Algodres, Gouveia, Mira, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital e Penacova. Ainda na região centro, estão também encerrados os agrupamentos de escolas de S. Pedro do Sul, Tábua, Tondela (Cândido de Figueiredo e Tomaz Ribeiro), Vieira de Leiria (Marinha Grande), Vouzela e Campia, Henrique Sommer (Maceira, Leiria) e Marinha Grande Nascente. O Ministério da Educação atualiza a informação no portal do Governo na internet ou na página da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
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  • desta segunda-feira.
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  • . CDS pede audiência urgente a Marcelo por causa dos incêndios O CDS-PP pediu esta segunda-feira uma audiência com caráter de urgência ao Presidente da República para abordar a situação dos incêndios do fim de semana, disse à Lusa fonte do partido. Além de analisar os incêndios deste fim de semana, que já vitimaram 36 pessoas, o CDS quer também abordar as conclusões da comissão técnica independente sobre os fogos na região centro, que causaram 64 mortos, acrescentou a mesma fonte. Quatro comboios retidos na Linha da Beira Alta A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta continuava às 12h00 desta segunda-feira suspensa, devido aos incêndios, estando retidos dois comboios em Coimbra, um em Vilar Formoso (Guarda) e outro em Santa Comba Dão (Viseu), informou a CP. Em comunicado, a CP fez o ponto de situação sobre as quatro composições, que transportavam no total cerca de 760 passageiros. 125 incêndios devastam Norte e Centro do País Quase 6.000 homens estavam ao início da manhã no terreno a combater as chamas em todo o país, apoiados por cerca de 1.800 veículos, após um fim-de-semana com seis mortos, casas ardidas e famílias realojadas. Mais de 100 incêndios lavravam ainda no Norte e Centro de Portugal. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), são 22 os incêndios mais importantes e o que mais meios mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã de domingo na freguesia de Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Este incêndio tem duas frentes, os homens no terreno estão apoiados por 192 veículos e o fogo obrigou a ativar os planos distrital de emergência de Coimbra e municipal da Lousã. Governo assina despacho de calamidade pública O primeiro-ministro anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo , para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios. "Foi assinado por mim e pela senhora ministra da Administração interna um despacho de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo, tendo em vista criar as melhores condições da mobilização de meios e, em particular, para assegurar aos bombeiros voluntários os seus direitos a participarem nesta missão, assegurando a justificação das faltas nos locais de trabalho e dois dias de descanso por cada um em que estiverem a participar no combate aos incêndios", justificou o primeiro-ministro. Costa assume que "problemas" vão continuar O primeiro-ministro sustentou hoje que não há bombeiros que cheguem num dia com 523 incêndios, como no domingo, e advertiu que não há soluções mágicas para os fogos florestais, admitindo mesmo que os "problemas" vão repetir-se. António Costa assumiu estas posições no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Oeiras, distrito de Lisboa, tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa e afirma que mantém a confiança na ministra . Confrontado com as múltiplas queixas de populações sobre falta de meios no combate aos incêndios florestais no domingo, o líder do executivo reagiu: "Quando se tem 523 incêndios, é evidente que não há bombeiros para acorrerem a todas as situações". Perante a questão se estas tragédias são então uma inevitabilidade em Portugal, António Costa negou. "Não, não é uma inevitabilidade", mas "dias com mais de 500 ocorrências não se registava desde 2006. Este é o 22.º dia com maior número de ocorrências desde o princípio do século. E, portanto, é evidente que não há meios para acorrer a todas as necessidades", justificou. O primeiro-ministro António Costa disse em declarações aos jornalistas no Comando Nacional de Operações de Socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou que o Governo assinou um despacho de "declaração de calamidade pública" a norte do Tejo. O primeiro-ministro afirmou que, a par das mudanças a introduzir na estrutura das florestas, o Governo vai também avançar já com reformas de fundo nos sistemas de prevenção e de combate aos incêndios florestais. SIRESP com falhas Quatro pessoas ficaram também em estado grave num acidente ocorrido na autoestrada A25, em Aveiro, quando fugiam de um fogo, adiantou a responsável. Uma pessoa terá sido também atropelada na A25 quando fugia às chamas. Patrícia Gaspar confirmou que a rede de comunicações de emergência SIRESP regista "falhas em Viseu, Aveiro e Leiria, que estão a ter impactos nas operações". "Têm sido intermitências, as falhas não são generalizadas", especificou. Perante as falhas, a Autoridade Nacional está a mobilizar duas estações de operações móveis, uma para Viseu e outra para Aveiro. Questionada sobre um eventual reforço de meios nas próximas horas, Patrícia Gaspar esclareceu que "todos os meios disponíveis estão empenhados", que não se prevê até ao momento o reforço de mais meios e que apenas poderão ser mobilizados "meios de um fogo para outro".
  • segunda-feira
  • hoje
  • segunda-feira
  • . Falando num "briefing" aos jornalistas pelas 22h00
  • na sede na ANPC
  • Oeiras (distrito
  • Lisboa),
  • confirmou
  • ideia transmitida anteriormente de ser este "o pior dia
  • ano" em termos
  • incêndios, com 443 incêndios florestais, desde as 00:00.
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  • . Chamas obrigam ao corte de estradas Vinte e cinco estradas das regiões do Norte e Centro estavam cerca das 07:00 de segunda-feira cortadas ao trânsito na sequência dos incêndios que estão a afetar aquelas zonas do país, segundo a Infraestruturas de Portugal (IP). De acordo com informação disponível na página da Internet da Infraestruturas de Portugal, às 06:54 estavam cortadas 25 estradas nacionais (EN), municipais (EM), Itinerários Principais (IP)e itinerários complementares (IC). Na região Centro, estão cortadas a EN 238 devido ao incêndio do Cruz do Fundão até EN350 e entre os quilómetros 40 e 48, na localidade de Maxial, concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco. Segundo a IP, está também cortada a EN17 em ambos os sentidos devido a um incêndio ao quilómetros 81 em Póvoas das Quartas -- Lagos da Beira, concelho de Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra. A EN 17 está também cortada devido a incêndio em Folhadosa, concelho de Seia, distrito da Guarda. Também na região Centro, estão cortadas a EN entre os quilómetros 85 e 100 em Pedrógão Pequeno, concelho da Sertã (Castelo Branco), a EN232 entre Gouveia e Manteigas, na Guarda, a EN 242-2 entre a Marinha Grande e São Pedro do Moel, distrito de Leiria, e a EN 242-1 na Marinha Grande (Leiria). Na região Centro estão também cortadas devido a incêndios, a ENl 339 no Sabugueiro, concelho de Seia, distrito da Guarda, a EN 231 em Paranhos da Beira, em Seia, Guarda, e a EN 112 ao quilómetro 80 na localidade de Salgueiro do Campo, no distrito de Castelo Branco. A A13 está cortada na zona de Condeixa, a EN109 na localidade de Carriço, concelho Pombal, a EN8 em Gradil, concelho de Mafra, distrito de Lisboa, e o IC8 na localidade de Carvalhal -- Sertã, distrito de Castelo Branco. Na região Norte, também devido aos incêndios, estão cortadas a EN202 aos quilómetros 03 e 05 na zona de Trovisco-Bela-Barbeita , concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo , a N235 em Mamodeiro, distrito de Aveiro, a A32 em Canedo, concelho de Santa Maria da Feira (Aveiro) e a A25 no nó de Reigoso e ao quilómetro 53 (área de serviço de Vouzela). A A24 está cortada em Vil de Souto, concelho de Viseu, e o IP5 também entre Vil de Souto e Ventosa (Viseu). Segundo o IP, a A17 está cortada devido a incêndio na Marinha Grande, Leiria, a N233 em Adão, na Guarda, a N333 em Paços Vilharigues - Vouzela, a N16 em Almeidinha, Granja, na Guarda, e a N234 em Moimenta de Maceira Dâo, concelho de Mangualde (Viseu)
  • Número
  • mortos nos fogos sobe para 41 Chamas fizeram ainda 70
  • 15 dos quais
  • causadas pelos
  • assolaram o
  • chegou às 41
  • A
  • atualizou
  • tarde desta terça-feira o número
  • vítimas mortais
  • acrescentando quatro às 37 já conhecidas. Seis dos sete desaparecidos foram encontrados com vida e
  • boa saúde. Permanece uma pessoa desaparecida na zona de Coimbra. A 37
  • divulgada antes da atualização para 41 mortos
  • foi confirmada esta terça-feira. Trata-se
  • 83
  • ,
  • vivia
  • Lugar de Covelo, em Ventosa, Vouzela. Durante
  • tarde de segunda-feira, circularam informações de
  • uma das vítimas do fogo se trataria de um bebé de um mês, mas informação acabaram
  • se revelar infundadas. Não consta nenhum bebé na lista
  • vítimas do incêndio divulgada esta terça-feira
  • Já na manhã desta terça-feira, a
  • tinha indicado
  • pelo menos 70
  • 15 são
  • outras 40 pessoas,
  • onde lavraram os
  • Imagens
  • drone mostram destruição causada pelo fogo em Tondela No combate aos fogos
  • puderam
  • Os
  • ainda
  • possa
  • Ministério Público abre inquéritos
  • Ministério Público instaurou inquéritos autónomos nos Departamentos de Investigação e Ação Penal (DIAP) das comarcas onde ocorreram os incêndios registados desde domingo
  • disse
  • à agência Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR). "Na sequência das comunicações recebidas até
  • momento, foram instaurados inquéritos nos DIAP das comarcas onde ocorreram os incêndios", refere uma resposta escrita enviada pela PGR. "Assim, foram instaurados inquéritos autónomos por referência aos vários incêndios e respetivas consequências, sendo que o Ministério Público continua a acompanhar
  • , com vista a desencadear todos
  • procedimentos legalmente previstos que se mostrem adequados. Nas investigações, o Ministério Público é coadjuvado pela Polícia Judiciária"
  • acrescenta
  • PGR Costa Segura ministra António Costa fez uma declaração ao País por volta
  • desta sexta-feira
  • primeiro-ministro expressou
  • sua "solidariedade" e "luto nacional"
  • com as famílias afetadas pela tragédia. Mas foi evasivo sobre as responsabilidades
  • ministra
  • e do Governo numa tragédia que acontece quatro meses depois das 64 mortes de Pedrógão Grande
  • António Costa sublinhou que este "é tempo de acção, não de demissões" e apontou que as soluções
  • constam do relatório sobre Pedrógão Grande são para ser cumpridas, sublinhando
  • importância
  • reforma florestal que o governo quer implementar. PSD fala de "insulto
  • inteligência". Hugo Soares
  • reagiu
  • declarações do chefe do Governo ao início da noite acusando António Costa
  • ter perdido a "oportunidade de pedir desculpas" aos portugueses e salientou que muitos portugueses pagaram com as "próprias vidas" aquilo que considerou ser o "falhanço do Estado"
  • "A declaração de hoje [segunda-feira] do senhor primeiro-ministro
  • um insulto à inteligência mas sobretudo ao sofrimento de todos os portugueses. O senhor primeiro-ministro perdeu uma oportunidade de assumir
  • responsabilidade politica e perdeu uma oportunidade
  • pedir desculpas (...) perdeu
  • oportunidade de assumir a responsabilidade política que é sua enquanto chefe de Governo", afirmou Hugo Soares. Marcelo fala
  • país após estabilização dos fogos O Presidente
  • República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face
  • prometendo falar ao país após
  • estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet
  • intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir"
  • na qual se lê que "o chefe
  • Estado espera a rápida estabilização dos fogos
  • o balanço
  • tragédia
  • e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo
  • Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando
  • agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima".
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  • esta segunda-feira
  • terça-feira
  • . A decisão de manter o alerta
  • ativado no domingo
  • foi tomada mesmo tendo
  • consideração a previsão de chuva para o resto do dia
  • hoje e para terça-feira.
  • indicou que chegam ainda esta segunda-feira
  • Portugal dois Canadair italianos, no âmbito
  • pedido
  • ajuda feito pelo país.
  • com
  • .
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  • País

Número de mortos nos fogos sobe para 41 já é de 42 - Portugal - Correio da Manhã

  • sobe para 41
  • 15
  • 41
  • A
  • atualizou
  • tarde desta
  • o número de
  • acrescentando quatro às 37 já conhecidas
  • Permanece uma pessoa desaparecida na zona
  • Coimbra
  • A 37
  • , divulgada antes da atualização para 41 mortos, foi confirmada esta terça-feira. Trata-se de um homem de 83 anos, que vivia em Lugar de Covelo, em Ventosa, Vouzela
  • desta
  • Costa Segura ministra António Costa fez uma declaração ao País por volta das 20h00 desta sexta-feira. O primeiro-ministro expressou a sua "solidariedade" e "luto nacional" para com as famílias afetadas pela tragédia. Mas foi evasivo sobre as responsabilidades da ministra da Administração Interna e do Governo numa tragédia que acontece quatro meses depois das 64 mortes de Pedrógão Grande. António Costa sublinhou que este "é tempo de acção, não de demissões" e apontou que as soluções que constam do relatório sobre Pedrógão Grande são para ser cumpridas, sublinhando a importância da reforma florestal que o governo quer implementar. PSD fala de "insulto à inteligência". Hugo Soares, reagiu às declarações do chefe do Governo ao início da noite acusando António Costa de ter perdido a "oportunidade de pedir desculpas" aos portugueses e salientou que muitos portugueses pagaram com as "próprias vidas" aquilo que considerou ser o "falhanço do Estado". "A declaração de hoje [segunda-feira] do senhor primeiro-ministro é um insulto à inteligência mas sobretudo ao sofrimento de todos os portugueses. O senhor primeiro-ministro perdeu uma oportunidade de assumir a responsabilidade politica e perdeu uma oportunidade de pedir desculpas (...) perdeu uma oportunidade de assumir a responsabilidade política que é sua enquanto chefe de Governo", afirmou Hugo Soares. Marcelo fala ao país após estabilização dos fogos O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, pediu esta segunda-feira ação urgente face aos incêndios, prometendo falar ao país após a estabilização dos fogos que se registam por todo o continente. Esta posição consta de uma mensagem divulgada no portal da Presidência da República na Internet, intitulada "Presidente da República reafirma urgência de agir", na qual se lê que "o chefe de Estado espera a rápida estabilização dos fogos e o balanço da tragédia, e falará depois ao país". Segundo a mesma nota, Marcelo Rebelo de Sousa "irá visitar, ao longo dos dias seguintes, as principais áreas ardidas, cancelando a agenda programada esta semana e ponderando, se for caso disso, adiar também a visita aos Açores na próxima". Mais de uma centena de famílias desalojadas em Oliveira do Hospital Mais de uma centena de pessoas ficaram desalojadas no concelho de Oliveira do Hospital por causa dos incêndios de domingo e desta segunda-feira, disse à agência Lusa o presidente da Câmara daquela cidade, José Carlos Alexandrino. "Mais de uma centena de famílias ficaram desalojadas" porque as suas casas, que são, em regra, habitações em permanência, foram atingidas pelas chamas, muitas das quais "ficaram completamente destruídas", disse o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital. O fogo, que, de acordo com o autarca, provocou oito mortes no concelho - número que admite possa ser ainda mais elevado - , também destruiu diversas empresas, designadamente no parque industrial de Oliveira do Hospital, que representam, no seu conjunto, "cerca de 400 postos de trabalho". José Carlos Alexandrino descreve os incêndios neste município do interior do distrito de Coimbra como "uma enorme bola de fogo", formada por três fogos, que "varreu todo o concelho, ameaçando os seus 84 núcleos" e devastando parte de muitos dos aglomerados populacionais.
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  • Ministra da Administração Interna diz que "não é o momento para a demissão" Constança Urbano de Sousa voltou a reforçar que não se vai demitir esta segunda-feira, depois da Proteção Civil revelar que pelo menos 37 pessoas morreram nos incêndios que devastam o País. "Para mim seria mais fácil, pessoalmente, ir-me embora e ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões", afirmou a ministra aos jornalistas, depois de questionada varias vezes sobre as suas condições para permanecer no cargo. "Não é na altura mais difícil que as pessoas abandonam o barco. A demissão seria o mais fácil, mas agora não é o momento para a demissão. É o momento para a ação", assegura.
  • e provocaram pelo menos 36 mortos
  • já é de 42 Um dos feridos graves na tragédia não resistiu.
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  • , depois de um dos feridos graves de Carregal do Sal ter morrido no hospital
  • No último balanço feito pela
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  • à noite, estavam confirmadas 41
  • . Foi encontrado o corpo de uma idosa na manhã desta quarta-feira
  • em Vouzela, e chegou a pensar-se que seria mais uma vítima das chamas mas, ao que o CM apurou, trata-se de uma mulher que estava desaparecida há um ano e meio e que não morreu devido ao fogo
  • O último desaparecido,
  • Pampilhosa da Serra, foi encontrado morto na terça-feira
  • Foi a 41
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