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Correio da Manhã Pedrógão Grande: Houve mortes por atraso no socorro - coordenador de relatório - Cm ao Minuto - Correio da Manhã

Pedrógão Grande: Houve mortes por atraso no socorro - coordenador de relatório em Pedrógão Grande - Cm ao Minuto - Correio da Manhã

  • Pedrógão Grande:
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  • em Pedrógão Grande Declarações do investigador Xavier Viegas.
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Correio da Manhã Incêndios: Governo compromete-se a decidir em 20 dias subsídios para pequenas empresas - Cm ao Minuto - Correio da Manhã

Incêndios: Governo compromete-se a decidir decide em 20 dias subsídios para pequenas empresas afetadas pelos fogos - Cm ao Minuto Portugal - Correio da Manhã

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  • afetadas pelos fogos Nelson Souza salientou que o Governo se propõe a decidir os valores a atribuir num prazo curto de tempo.
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  • . No parlamento, o secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, Nelson de Souza, explicou, por seu lado, que o total de 100 milhões para recuperação de empresas se destina à reposição de equipamentos, instalações, edifícios e viaturas perdidos nos incêndios de outubro. Para os apoios de pequena dimensão, Nelson Souza salientou que o Governo se propõe a decidir os valores a atribuir num prazo curto de tempo. "Temos decisões rápidas. Propomo-nos a decidir no prazo de 20 dias após a apresentação de candidatura", disse o governante. Nos casos de empresas maiores, Nelson Souza salientou que não é possível tanta rapidez na decisão, porque a análise de candidaturas "terá de ser mais cuidada". O secretário de Estado explicou que, para perdas até 200 mil euros, as empresas serão subsidiadas até 85% do valor pretendido e, no caso de montantes superiores, serão subsidiadas a 70% caso sejam pequenas e médias empresas. Aos montantes dos subsídios serão sempre deduzidos os montantes que deverão ser pagos pelas companhias de seguros, salientou. "Contamos com as agências de seguros para que os contratos sejam honrados e vamos acompanhar os pagamentos com atenção", afirmou. O governante considerou ainda que os 100 milhões a fundo perdido são suficientes para ajudar estas empresas, tendo por base "a experiência de Pedrógão [Grande] e o levantamento exaustivo e rigoroso feito durante as últimas semanas", coordenado pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e do Norte, em colaboração com os municípios e agências como o IAPMEI -- Agência para a Competitividade e Inovação e o Instituto do Emprego. Por outro lado, o Governo anunciou o lançamento, na próxima semana, de uma linha de crédito que se destina "a outras despesas que não estejam cobertas pela verba a fundo perdido, como por exemplo a reposição de linhas de "stocks"", acrescentou

Sol Incêndios. Os portugueses são solidários, mas nem tudo corre bem

  • . Entretanto, na terça-feira, numa iniciativa lançada por André Sardet, o concerto de solidariedade "É preciso acreditar", em Coimbra, transmitido pela RTP, com Marcelo Rebelo de Sousa na assistência, rendeu pouco mais de 100 mil euros, para as vítimas dos incêndios de 15 de outubro. Há meses, o concerto "Juntos por todos" – para ajudar as vítimas de Pedrógão Grande – rendera dez vezes mais (1,153 milhões de euros)
  • - dez vezes menos que o concerto "Juntos Por Todos" -

Correio da Manhã AR/Censura: Recuperação de rendimentos e alívio fiscal não serão prejudicados - Costa - Cm ao Minuto - Correio da Manhã

AR/Censura: Recuperação de rendimentos e alívio fiscal não serão prejudicados - Costa - Cm ao Minuto Política - Correio da Manhã

  • AR/Censura:
  • - Costa
  • Garantia dada pelo primeiro-ministro durante o debate da moção de censura.
  • . O deputado comunista tinha advertido que o PCP recusa que "a pretexto do combate aos fogos se venha a criar uma nova `troika´" e se inviabilizem medidas necessárias de recuperação de rendimentos dos portugueses, que mantém "justas expetativas" nesta matéria. "O comprometimento orçamental não pode ser negado", disse António Filipe, mas não deve prejudicar "medidas de justiça social". Depois da tragédia de Pedrógão Grande, e de novos incêndios terem provocado mais de 40 vítimas mortais três meses depois, "há uma grande desconfiança das pessoas", que "sentem que não foram tomadas medidas com a celeridade que se impunha". "As pessoas acham que não se aprendeu nada com o que aconteceu no passado mês de julho", advertiu, exigindo "vontade séria" para "atos concretos", mais do que "proclamações". E, advertiu, é preciso que as pessoas afetadas pelos incêndios, que perderam casas e modos de vida, não se "sintam enredadas em burocracias". Na resposta, o primeiro-ministro admitiu que "é óbvio que as pessoas têm desconfiança relativamente à capacidade" de o Estado responder à situação do país e considerou que a melhor forma de inspirar confiança é "afastar a demagogia política". Nesse sentido, António Costa afirmou esperar que o compromisso político que permitiu a nomeação daquela comissão possa ter sequência no apoio às conclusões. "Pela parte do governo é isso que faremos. Nós daremos seguimento às recomendações da comissão", disse. O primeiro-ministro deu ainda razão ao deputado do PCP António Filipe no que respeita à necessidade de evitar que a burocracia constitua um obstáculo à reconstrução da vida das pessoas afetadas pelos incêndios, frisando que o Governo decidiu "agilizar o licenciamento das casas, bastando a mera comunicação prévia", entre outras medidas