O Jornal Económico Tráfego aéreo cresce 8,9% até agosto e puxa pelo turismo – O Jornal Económico

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  • movimento reflete-se no crescimento do turismo, que está em níveis recorde, em número
  • visitantes e em proveitos. Ainda não há números
  • os dois primeiros quadrimestres do ano, mas analisando o primeiro semestre de 2017, conclui-se que as dormidas cresceram 2,6% na Madeira, face a igual período de 2016, enquanto os proveitos totais e os de aposento registaram, em ambos os casos, incrementos de 9,2%
  • Em declarações ao Jornal
  • , o administrador do Grupo Pestana Paulo Prada congratula-se com a evolução dos dados relativos ao turismo, mesmo quando aponta que nem todos os passageiros que passam pelo Aeroporto Cristiano Ronaldo são turistas para o sistema hoteleiro. "É preciso ter em conta que muitos desses passageiros são madeirenses que saem da região e turistas de alojamento local", refere Paulo Prada, para depois sublinhar o bom ano do setor: "Apraz-me registar esse crescimento de ocupação hoteleira em termos percentuais. É um bom indicador. Em 2016 já tinha corrido muito bem, mas este é um ano recorde", diz. Sem referir números, Prada dá conta que o Grupo Pestana tem registado um crescimento – quer na
  • , quer no Porto Santo – em linha com os indicadores do turismo global. Tão relevante quanto o aumento de hóspedes é, para Paulo Prada, o preço médio por quarto ocupado. "Estamos mais satisfeitos com o aumento de hóspedes do que com o preço que ainda está um pouco aquém de outros destinos e serviços similares", diz. Refira-se que relativamente ao 1º semestre do ano passado, o preço médio por quarto aumentou 8% nos primeiros seis meses deste ano. Em 2016, a Região registou um aumento dos proveitos totais e das dormidas de 16,7% e 10,7%, respetivamente, face a 2015

O Jornal Económico MP quer suspender advogado de Manuel Vicente – O Jornal Económico

MP Ministério Público quer suspender antigo advogado de Manuel Vicente – O Jornal Económico

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  • Ministério Público
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  • O interrogatório a Paulo Blanco para revisão da medida de coação – atualmente com Termo de Identidade e Residência (TIR) – já foi adiado duas vezes pelo juiz de turno de instrução e nova data foi marcada para 18 de setembro. É nesse dia que se ficará a saber se é deferido pedido do Ministério Público para suspensão do exercício de advocacia. Questionado sobre o facto de o processo estar há quase três meses retido na instrução, após a sua fase final, sem ir para julgamento, João Correia, advogado de Paulo Blanco, começa por defender que "a vida judicial não se compadece com análises geométricas".
  • responsável considera mesmo que, face às férias judiciais, "é da natureza das coisas", preferindo não emitir nenhum juízo de "censura" ou de "louvor". E explica: "é a vida judiciária. Já a percebo para além das vicissitudes de cada processo". Sobre o agravamento da medida de coacção de Paulo Blanco, que ainda é advogado nalguns processos do Estado angolano, João Correia esclarece que o Ministério Público entendeu que o seu cliente fez um acto de patrocínio judiciário que envolvia contacto com os clientes. Recorde-se que o juiz de instrução proibiu o advogado de ter qualquer contacto com os clientes angolanos que defendeu nas várias investigações em Portugal e que não são arguidos neste processo. Paulo Blanco está assim proibido de falar com clientes que já foram alvo de investigações em Portugal por branqueamento de capitais: o procurador-geral de Angola, João Maria de Sousa, e com os generais Helder Vieira Dias "Kopelipa" e Leopoldino "Dino" Fragoso do Nascimento – estes dois últimos são sócios de Manuel Vicente em vários negócios. O advogado a elite angolana devia ser ouvido no dia 10 de agosto, mas foi adiado para o dia 22 de agosto. Com as férias judiciais, o processo passou para uma juíza de turno que alegou tratar-se um processo de especial complexidade, com 27 volumes, além dos apensos, o que a impossibilitava de inteirar-se do teor das declarações já prestadas pelo arguido e do
  • dos documentos juntos aos autos por forma a confrontá-lo de forma cabal. Acabou, então, por ser marcada nova data para interrogatório: 18 de setembro, estando processo Fizz parado à espera da revisão das medidas do Paulo Blanco. Rui Patrício questiona atraso Outros advogados de arguidos do processo consideram, no entanto, que "não há qualquer razão" para manter o processo Fizz na instrução para decidir a medida de coacção, porque isso pode ser decidido pelo juiz de julgamento. E questionam ainda os adiamentos do interrogatório a Paulo Blanco dado tratar-se de um processo
  • urgente comum arguido preso em casa com pulseira electrónica – o procurador Orlando Figueira, suspeito
  • ter sido corrompido pelo vice-presidente de Angola quando era procurador no DCIAP, departamento do MP que investiga a criminalidade mais grave, organizada e sofisticada, designadamente de natureza económica Quanto à manutenção do processo no TIC durante todo o verão, desde a decisão instrutória de junho, e seu não envio
  • a fase de julgamento e distribuição nesta fase, Rui Patrício, advogado de Manuel Vicente no processo Fizz, afirmou ao Jornal Económico ter "dificuldade em compreender as razões pelas quais um processo urgente, e que já foi tratado noutros momentos com tanta urgência, tenha permanecido durante todo o verão no Tribunal de instrução"
  • E realça: "para mais quando as questões pendentes (que o não suspendem) podem ser decididas pelo Tribunal de julgamento". Rui Patrício considera ainda que, no entender da defesa, já deveria
  • ocorrido a separação dos processos, estando pendente recurso sobre isso. "De qualquer forma, ela não poderá, por várias razões legais, deixar de acontecer", frisa Rui Patrício. Recorde-se que só assume a qualidade de arguido aquele contra quem é deduzida
  • acusação. Manuel Vicente foi acusado formalmente pelo Ministério Público, que o quer levar a julgamento, embora ainda não tenha sido notificado nem constituído arguido. Ora a lei prevê expressamente que o faça a partir do momento em que se verifiquem os pressupostos da declaração de contumácia [o não comparecimento em juízo] de Manuel Vicente. Mas, nesse caso, a lei prevê expressamente essa consequência da separação dos processos. A defesa do ex-presidente da Sonangol também argumenta que o regime de imunidade de Manuel Vicente – que faz com que só responda por crimes alheios ao exercício
  • suas funções cinco anos após o fim do seu mandato – também impede a ação penal do MP português contra Manuel Vicente. Em declarações ao
  • , Paulo Sá e Cunha, advogado de Orlando Figueira, fala em "complicações pendentes" que poderão justificar o facto de o processo ainda não ter sido distribuído para julgamento. Além, dos sucessivos adiamentos do interrogatório a Paulo Blanco, dá
  • como exemplo a ampliação do arresto dos bens e das contas do seu clientes que ainda está a ser discutida na instrução

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  • Lindsay Fox / www.ecigarettereviewed.com

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