O Jornal Económico Em Luanda o "reveillon" chega aos 635 euros por pessoa – O Jornal Económico

Em Luanda o "reveillon" "réveillon" chega aos 635 euros por pessoa – O Jornal Económico

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O Jornal Económico Justiça investiga ligações de Delgado e Fertuzinhos à Raríssimas – O Jornal Económico

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  • Os nomes do ex-governante e da deputada socialista, bem como estas suspeitas de alegados crimes, constam dos despachos judiciários que determinaram as buscas que foram realizadas pela Polícia Judiciária (PJ), na quinta-feira, 21 de dezembro, na Casa dos Marcos, na Moita, na sede da associação Raríssimas, em Lisboa, na residência de Paula Brito da Costa, em Odivelas, bem como num gabinete de contabilidade que alegadamente colaborava com esta associação em Queluz. A operação estendeu-se ainda ao gabinete de ex-secretário de Estado de Saúde, Manuel Delgado. No âmbito do inquérito sobre o denominado caso da "Associação Raríssimas", a investigação, a cargo do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, está a incidir sobre os factos denunciados na reportagem da TVI, transmitida a 9 de dezembro, bem como as pessoas que foram referenciadas na alegada gestão danosa e uso indevidos de fundos desta Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), financiada por subsídios do Estado e donativos. Ou seja, a investigação pretende saber se Manuel Delgado e Sónia Fertuzinhos praticaram os factos conforme foram descritos pela reportagem da TVI, pelo que recaem agora sobre eles as suspeitas daqueles três crimes. Desde 2010 que o Código Penal passou a prever o "recebimento indevido de vantagem", que pune com "pena de prisão até cinco anos ou com pena de multa até 600 dias" os funcionários que aceitarem "vantagem patrimonial ou não patrimonial, que não lhe seja devida". O novo crime visa exatamente os presentes recebidos por altos funcionários da administração pública ou políticos. Já o crime de peculato (desvio e roubo de dinheiros públicos por quem os tinha a seu cargo) é punível com pena de prisão de um a oito anos. Ao Jornal Económico, a deputada do PS, que tem negado quaisquer irregularidades relacionadas com este caso, garantiu desconhecer estas suspeitas de crime. "Não tenho conhecimento", afirmou Sónia Fertuzinhos. Questionada sobre estas suspeitas que recaem sobre Manuel Delgado e Sónia Fertuzinhos, fonte oficial da PGR remeteu ao Jornal Económico uma nota informativa que foi ontem divulgada, onde confirma as buscas realizadas no âmbito deste caso. Colaborações e viagens pagas na mira da justiça Além de Paula Brito da Costa, a reportagem da TVI também aponta para a possibilidade de o ex-governante e a deputada socialista Sónia Fertuzinhos – casada com o ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, Vieira da Silva – estarem envolvidos nesta polémica, tendo já levado à demissão de Manuel Delgado, que em 2013 e 2014 foi consultor da Raríssimas, com um vencimento de 3.000 euros por mês, tendo recebido um total de 63 mil euros. Após a divulgação da reportagem, o ex-secretário de Estado da Saúde esclareceu que a sua função como consultor consistiu numa colaboração técnica na área de organização e serviços de saúde na Casa dos Marcos, nunca tendo participado em decisões de financiamento. Manuel Delgado assegurou ainda que foi consultor da Raríssimas entre abril de 2013 e dezembro de 2014, altura em que ainda não era secretário de Estado da Saúde, e que desde que assumiu funções no governo de António Costa apenas fez "uma visita oficial à Casa dos Marcos". "Fui convidado e não tenho tido qualquer tipo de intervenção nas relações entre a referida associação e o Estado", garantiu. Sónia Fertuzinhos, deputada do PS,
  • outro dos nomes referidos na reportagem a propósito
  • uma viagem à Suécia a expensas da Raríssimas
  • participar numa conferência que decorreu nos dias 8 e 9 de setembro de 2016
  • A deputada já garantiu num comunicado enviado às redações que aquela viagem decorreu "no âmbito de trabalho" e que nunca recebeu "nenhum pagamento" daquela associação sem fins lucrativos, com a qual diz não
  • "nenhuma relação formal". E garante que a IPSS pagou viagem, mas que a organização do evento em Gotemburgo a reembolsou. A deputada socialista diz que foi "convidada" para ir àquela conferência pela Raríssimas e que este convite se justifica pelo seu trabalho pela "implementação da Estratégia Nacional Integrada para as Doenças Raras 2015-2020". "As despesas relacionadas com a viagem não constituíram nenhuma despesa para a Raríssimas, que tendo adiantado o pagamento dos bilhetes de avião foi reembolsada pela entidade organizadora da conferência, na totalidade do valor dos mesmos", explicou em comunicado. Uma investigação da TVI mostrou documentos que colocam em causa a gestão da Raríssimas , nomeadamente de Paula Brito da Costa, que alegadamente terá usado o dinheiro para diversos gastos pessoais. O Ministério Público revelou, a 11 de dezembro (dois dias depois da reportagem da TVI) que abriu um inquérito à associação Raríssimas desde o final do passado mês de novembro, na sequência de
  • denúncia anónima. Ontem, no âmbito
  • buscas realizadas sobre o caso, a Procuradoria Geral Distrital de Lisboa adiantou que está a investigar uma ilegal apropriação de recursos financeiros de IPSS "com atividade na área da saúde, pela respetiva presidente, com recurso a procedimentos irregulares vários, o reembolso de supostas despesas incorridas no exercício dessas funções, através da apresentação de documentação com informações falsas, e o indevido pagamento, por essa IPSS, de viagens a titulares de cargos públicos"

O Jornal Económico O que significa a Bola de Ouro para a marca Cristiano Ronaldo? – O Jornal Económico

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O Jornal Económico Santa Casa injeta 200 milhões no Montepio – O Jornal Económico

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  • Mas a surpresa poderá vir de um aumento de capital. Segundo fonte próxima da operação, a Associação Mutualista conta injetar esse montante num aumento de capital do Montepio Geral, no mesmo montante, e ter-se-á comprometido com a Santa Casa nesse sentido. Essa intenção foi aliás desvendada numa entrevista do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, ao jornal "Público", quando lhe perguntaram em que termos se fará a entrada no banco Montepio a resposta foi "através da compra de ações e do aumento de capital. O limiar máximo do investimento não ultrapassará os 200 milhões de euros". Ao Jornal Económico, fonte ligada ao processo explica que haverá um aumento de capital subscrito pela Associação Mutualista e depois dessa operação a Santa Casa fica com 9,2%, portanto abaixo dos 10%. Mas quer ter mais do que um administrador no banco, e eventualmente, pelo menos um deles, como executivo. A estratégia da Santa Casa
  • poder influenciar a gestão do banco no sentido
  • o tornar um banco focado na economia social, que é de resto a estratégia já assumida publicamente por Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista
  • o Montepio Geral. O banco liderado por José Félix Morgado tem dito que não é preciso nenhum aumento de capital nos tempos mais próximos, depois de um de 300 milhões que se realizou em março do ano passado e de outro em junho no valor de 250 milhões de euros. Recentemente a vice-governadora do Banco de Portugal disse que "a Caixa Económica tem vindo a dar uma série de passos, que são públicos, no sentido do robustecimento do seu negócio e da sua consolidação, refiro-me à transformação em sociedade anónima, refiro-me ao dois reforços de capital, refiro-me a uma progressiva separação entre interesse do acionista e interesses da instituição e a uma supervisão mais intrusiva por parte do regulador. Portanto cabe ao acionista fazer as propostas que achar convenientes"
  • Elisa Ferreira disse ainda que "obviamente que se pergunta ao supervisor se quer
  • , num banco supervisionado por si,
  • estrutura acionista mais robusta, se quer ter um capital reforçado, com um modelo de governo mais transparente e mais protetor dos interesses da instituição, o supervisor dirá sempre que sim". A verdade é que vem aí no próximo ano um "tsunami" regulatório para o setor financeiro e não há certezas de que alguns bancos não tenham de reforçar o rácio de capital. Nomeadamente a implementação da norma contabilística IFRS 9, a partir de janeiro de 2018, que se traduz na transição de um modelo de perdas incorridas para um modelo de perdas esperadas, esperando-se que conduza a um reconhecimento mais rápido
  • perdas por imparidade nos bancos A transição para o novo modelo terá assim impacto no capital dos bancos, em especial naqueles que utilizam o método padrão para cálculo dos requisitos mínimos de fundos próprios. Até ao momento o banco Montepio Geral não está a preparar qualquer aumento de capital, soube o
  • junto de fonte próxima da instituição financeira. Pelo que esse projecto que envolve a entrada da Santa Casa está a ser feito à margem da gestão do banco. Segundo as nossas fontes, mantém-se a possibilidade de, com a entrada da Santa Casa no capital do banco, haver uma mudança nos órgãos sociais, nomeadamente no âmbito da alteração de estatutos do banco e que levará à adopção do modelo de governo monista, com um Conselho de Administração eleito pelos acionistas e uma comissão executiva que emana desse Conselho de Administração. Artigo publicado na edição digital do Jornal Económico. Assine
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O Jornal Económico "Existe cada vez mais interesse por Portugal na City" – O Jornal Económico

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  • Juan Carlos Machuca acredita que o impacto do Brexit na economia britânica será negativo, devido à incerteza, mas considera que a City conseguirá manter a sua importância como grande centro financeiro internacional. "Os grandes bancos estão a apostar em cidades como Dublin ou Frankfurt, mas vão continuar em Londres, bem como os grandes fundos de "private equitiy"", defendeu. E são os private equities, com quem lida frequentemente, que mais interesse têm mostrado por Portugal. Juan Carlos Machuca disse que, se há alguns anos os gestores dos grandes fundos da City o escutavam falar
  • Portugal "apenas durante alguns minutos, por educação", hoje procuram ativamente oportunidades no nosso país. "Há um interesse crescente por Portugal, de há dois anos
  • cá. Vemos muito interesse em sectores como infra-estruturas, financeiro, turismo", disse Juan Carlos Machuca, acrescentando que Portugal "está na moda". "Além disso, há dois portugueses à frente de dois dos maiores bancos britânicos [Lloyds e HSBC] e ambos chamam-se António!", afirmou, referindo-se a António Horta Osório e a António Simões. Por sua vez, Carlos Costa Andrade, que trabalha na área de Mercados de Capitais, está em Londres desde 2011 e tem participado em várias operações envolvendo investimentos em Portugal e noutros mercados. "Vejo interesse sobretudo por "private equities" em determinados sectores e não tanto nas empresas cotadas portuguesas, como acontecia há alguns anos", disse. Questionado sobre se os colapsos do BES e da PT minaram a credibilidade do mercado de capitais português, Costa Andrade admitiu que "não foram boas notícias". Mas defende que a imagem do país e das suas empresas conseguiu recuperar. 25 anos na City O escritório de Londres foi o segundo a ser aberto pela Uría fora de Espanha. O primeiro foi em Nova Iorque e o terceiro foi o de Bruxelas, disse Juan Carlos Machuca. Ao longo dos anos seguintes, a firma ibérica apostou na América Latina – acompanhando o afluxo de capitais ibéricos a países como a Argentina e o Brasil – e na Europa Central e de Leste
  • Embora neste último caso a firma tenha chegado à conclusão de que é suficiente
  • Desk e não um escritório permanente. Este ano a Uría comemora o 25º aniversário da abertura do escritório de Londres. Juan Carlos Machuca, que está na capital britânica desde 2000, recorda que o objetivo da aposta da Uría em Londres foi estar próximo dos "brains" do setor financeiro e aprender com o que melhor ali se fazia, tanto na finança como na advocacia. "Quisemos aprender com o melhor que se fazia nos mercados anglo-saxónicos, por exemplo na forma como se lida com a comunicação social que acompanha este setor enquanto negócio", explicou. Em 2000, eram apenas dois advogados. Hoje são oito em permanência (dos quais seis espanhóis e dois portugueses), explicou. A estadia na capital britânica permitiu-lhe aperceber-se
  • diferenças que ainda existem entre a advocacia anglo-saxónica e a continental. "Se há diferenças? Há muitas, a começar, claro, pelas diferentes tradições jurídicas, mas também a forma como fazemos as coisas. Ainda há pouco tempo estive num seminário em que se procurava ensinar os advogados anglo-saxónicos a aprender como fazemos as coisas aqui", disse. Acrescentou que os "advogados ibéricos estão cada vez mais anglo-saxónicos, por exemplo na forma como apoiamos as transações". A política da Uría passa por enviar o maior número possível de advogados jovens para períodos de trabalho no estrangeiro. Só de Portugal já foram 37 advogados da firma, alguns dos quais estiveram ou estão em Londres, como Miguel Stokes e Miguel Leal, que também estiveram presentes na conversa com o
  • . "Todos os advogados que enviamos para o estrangeiro, para os centros financeiros anglo-saxónicos, aprenderam a fazer os negócios da forma como se fazem nesses grandes centros financeiros, com clientes internacionais", explicou Juan Carlos Machuca. "Eu costumo dizer-lhes: vais estar fora de casa e por isso vais acabar por dedicar mais tempo ao escritório em Londres do que no teu país. És como que um embaixador da Uría Menéndez, afirmou. "A Uría está em Portugal desde 2001. Entre esse ano e 2011 enviamos para Londres vários advogados, essencialmente jovens, para lhes dar a formação e o contexto internacional", disse Carlos Costa Andrade. "Mas desde 2011 temos uma maior projeção da prática portuguesa em Londres, com a minha presença permanente e de outros advogados seniores, para que não fosse apenas um local de carreira e formação mas também para desenvolver uma actividade transacional, o que fizemos de forma significativa", disse Carlos Costa Andrade, que trabalha na área de mercados de capitais e setor financeiro. "Londres é muito desafiante porque é lá que ouvimos falar dos novos produtos e conceitos financeiros", disse. "Ao viver lá, temos oportunidade de conhecer a comunidade de banqueiros e gestores de fundos internacionais que está em Londres. É completamente diferente de falar com essas pessoas à distância, a partir de Lisboa", disse o advogado